Conto no reino dos Sonhos.


Este conto faz parte do livro:Contos e lendas que me contaram no Brasil,lançado em fevereiro de 2010 , em uma coletânea com outros contos, inclusive o conto vencedor do concurso da belacop:Deus Visita o sertão, pedidos pelo site>

No mundo dos sonhos
Desde pequeno Arthurzinho, sonhava em ter um castelo medieval.
Morava na cidade grande, soltava pipas de dentro do apartamento, e jogava bolas de gude no carpete, olhava da janela a avenida movimentada e invejava os meninos de rua e sua liberdade, e dali se imaginava em uma grande torre, e avistava a entrada de seu castelo com uma enorme ponte elevadíssa.
No início, Arthurzinho comentava seu sonho com seus pais, que zombavam da sua imaturidade, um dia sua mãe chegou a chamá-lo de brega:
_Larga de ser brega menino, você pode ter um arranha-céu moderno, vai fazer o que em um castelo medieval.
E Arthurzinho seguia seu devaneio pensando em como seria bom viver em seu castelo, pensava também em colocar cavalheiros vigiando, só se preocupava com o sol quente brasileiro esquentando as armaduras, mas como não seria mesmo ele que iria usar decidiu que não era hora de se preocupar com aquilo
E Arthurzinho foi crescendo com aquele sonho reprimido, toda vez que tocava no assunto com os pais, os dois zombavam de Arthurzinho, e ele se tornava cada vez mais isolado da família e mais refugiado em seu sonho.
Quando tinha por volta de doze anos, seu pai o pediu para fazer um projeto residencial, afinal, seu pai era dono da maior empresa de arquitetura de são Paulo, e Arthurzinho passou noites dedicado ao projeto, o pai queria estimulá-lo com aquilo, para que tornar se o cabeça da empresa que o pai trabalhava, que o avô trabalhou e que o bisavô italiano tinha fundado com maestria ao pisar em solo brasileiro.
Ao entregar ao pai seu projeto, ficou estupefato com a reação do pai, ele estava com o peito estufando de felicidade e esperava um abraço orgulhoso e os parabéns, mas quando o pai viu que Arthurzinho tinha projetado um castelo, rasgou o papel em mil pedaços, com arrogância e raiva, e Arthurzinho, viu seu castelo desmoronar, o pai viu mais ainda, começou a achar que seu único filho e herdeiro de tantos anos de trabalho e dedicação estava enlouquecendo e para Arthurzinho nada era mais forte que seu sonho desde a infância.
Aos quinze anos, a noticia veio como bomba na família, descobriram vários porcos de cerâmica em cima do guarda roupas de Arthurzinho, todos recheados de dinheiro, o pai achou que era para um carro, a mãe achou que o filho queria morar sozinho, e quando pressionado para dizer para que juntava tanto dinheiro, Arthurzinho respondeu, para não ter que pedir a vocês quando eu construir meu castelo, diante dessa resposta a família se desesperou.
De dentro do seu quarto, perdido em seu universo, Arthurzinho ouvia as vozes em segundo plano.
_ Ele é doido, Martha, desde pequeno eu sei que ele é doido, e lugar de doido é no hospício.
A mãe tentava defender o filho:
_ Ele é só uma criança, você que é doido Arthur.
E o pai Arthur disparava os insultos:
_Você tinha uma tia doida, eu nunca tive, ele puxou sua família.
E a mãe atacava também.
_ Deve ser castigo, você é tão perfeccionista que queria um filho perfeito e não teve.
E Arthurzinho no refúgio do seu quarto, já estava em outra dimensão, pensando em colocar jacarés no fosso em volta de todo o castelo que pudessem devorar seus pais com uma bocada só.
E os pais tomaram a difícil decisão de internar Arthurzinho em uma clinica para doidos.
E Arthurzinho não entendia como tinha ido parar ali, não fazia mal a ninguém, não era agressivo, era um bom aluno, apesar de não ter muitos amigos, tinha bons amigos, era amável com os professores e porteiros, seu único mal de cabeça era sonhar, e como era o melhor momento do dia dele, quando ele visualizava seu castelo, era tudo pelo qual Arthurzinho queria lutar.
Na clínica com pessoas doidas de verdade, Arthurzinho pode ver como eram os tratamentos, como era o preconceito e como era inútil lutar com a visão que a sociedade tinha de você, e Arthurzinho tomou a decisão mais difícil de sua vida, iria abandonar seu sonho, iria abandonar seu objetivo, seria quem seus pais queriam que ele fosse.
Quando chegou o dia de sua alta, Arthurzinho viu seu pai se aproximando e de repente viu as imagens embaçarem em sua frente, percebeu que estava sendo sedado a todo o momento, e precisava provar a todos que não precisava de medicamentos, que não era anormal, e que seu sonho era apenas um sonho.
Arthurzinho voltou pra casa e se desfez de tudo que lembrava seu sonho, as revistas e livros que retratavam a era medieval, as miniaturas, os encartes, as anotações e os projetos desenhados.
Pegou todo o dinheiro que havia juntado durante todo aquele tempo e sumiu misteriosamente com ele.
Arthurzinho tornou-se um rapaz normal, freqüentava a faculdade, a academia, de vez em quando aparecia com uma namorada, uma vez na semana ia jogar tênis com um amigo de infância, e o pai orgulhoso acenava da janela do apartamento vendo a vida de Arthurzinho fluir Como ele queria, certa noite em um jantar, chegou a comentar com a esposa, como aquele período na clínica havia feito bem para Arthurzinho.
Um dia Arthurzinho chegou em casa com uma namorada, e a apresentou a família, o pai pensou logo, a família vai aumentar, via o filho trabalhando e tinha orgulho de suas atitudes para com ele, e a vida de Arthurzinho seguia seu fluxo, ele namorou, noivou e decidiu se casar, no dia em que foi pedir a mão da namorada em casamento, Arthurzinho a levou ao melhor dos restaurantes e comprou o melhor anel que o dinheiro podia comprar, mas sua namorada notava algo estranho em Arthurzinho, seu sumiço com o amigo uma vez na semana, começava a preocupá-la e ela começou a duvidar da sexualidade de Arthurzinho, e resolveu procurar seu pai para conversar, marcou uma daquelas quinta-feiras que sabia que Arthurzinho desaparecia, foi até o escritório do Sr Arthur e esperou ansiosamente o sogro poder atendê-la.
Quando finalmente foi atendida, tentou ser franca e direta.
_ Sr Arthur, algo acontece com Arthurzinho, ele fica com o olhar perdido e carrega uma tristeza que não entendo, ele tem de tudo, eu o amo, vocês também, mas o acho perdido no tempo e no espaço muitas vezes, e esse amigo dele o Charlles, acho uma amizade estranha, somem toda quinta feira.
O pai riu das duvidas da nora e disse:
_ Esqueça essa dúvida, eles jogam Tênis desde os 15 anos juntos toda quinta-feira, se fosse gay eu já teria percebido algo, e quanto a ele ficar aéreo ás vezes é por conta do tratamento que teve que fazer em uma fase de sua vida.
E contou tudo a nora, da internação, do sonho de ter um castelo estilo medieval, do projeto, do dinheiro que juntou a vida toda...
Ela saiu de sua sala aturdida com aquilo tudo, e faltando um mês para o casamento, decidiu terminar tudo com Arthurzinho.
Arthurzinho a amava, mais que tudo, tinha sido o primeiro ser humano que tinha dado amor a Arthurzinho e ele a venerava por isso, e não esperava aquela reação.
Arthurzinho sofreu, chorou se humilhou e ela não quis mudar de idéia, ficara com medo de se casar com um homem que já tinha passado por tratamento psiquiátrico e ter filhos com problemas mentais, como os pais de Arthurzinho, não sabia aonde começava a loucura e aonde começavam os sonhos.
Arthurzinho estava na cobertura onde morava e olhava pra lua, e para o céu tentando entender por que a vida tinha sido injusta com ele, por que nem direito de comandar seus próprios sonhos ele tinha, sorriu para a lua e se imaginou em uma das torres de seu castelo, sonhou com cada detalhe que colocaria, com os brasões e bandeiras que decorariam o castelo, com a enorme mesa, aonde seus filhos seriam servidos e contariam a noite pra ele todos os seus sonhos, e ele os ajudaria a realizá-los sem julgamentos, lá de cima avistou a enorme piscina do prédio e visualizou o fosso que queria fazer, a ponte elevadissa, e os jacarés que colocaria ali para afastar os invasores, pensou nos invasores dos seus sonhos, pensou na sua amada e viu a lua soberana, a lua dos amantes a lua dos sonhadores, e vendo-a refletida na água da piscina, abriu seus braços ao vento e saltou para a morte, com a coragem que não teve para enfrentar seus opressores, com a coragem que não teve para sonhar.
Nos noticiários nada mais era comentado, o moço de família rica, bonito, inteligente, havia se libertado da vida, os médicos procuraram indícios de drogas, de bebidas, mas nada fora encontrado, só saltou do 15º andar, um jovem e seu sonho e mais nada.
E no enterro do Arthurzinho seu pai procurava uma explicação, sua mãe desmaiava constantemente e era amparada pelos médicos, sua ex- namorada, se culpava o tempo todo e seu fiel amigo Charlles, pediu a palavra para ler um à carta que estava em seu poder e poder homenagear o amigo. A carta Dizia;
Caros amigos, esposa e filhos presentes:
Quando meu amigo Charlles ou um dos seus filhos autorizados abrirem esta carta já terei partido.
Mas parti com a felicidade do sonho realizado, quando todos me acharam um louco, eu fiz levantei meu sonho, Charlles foi meu companheiro nessa empreitada, durante 10 anos de nossas vidas fomos fielmente ao interior construir o castelo que sonho desde a minha infância, lá provavelmente criei meus filhos aqui presentes, e amparei meus pais em sua velhice, minha esposa, que sempre foi minha amiga e meu único amor, só o conheceu depois do nosso casamento, não queria que ela tirasse conclusões precipitadas sobre a minha sanidade.
Mas se vocês não conheceram meu castelo, se meus filhos não estão aqui presentes e se meus pais não envelheceram, isso é sinal que meu sonho de vida se frustrou, saibam todos que eu os amei de verdade e apesar de não tocar no assunto do castelo, ele sempre esteve presente em meu pensamento e em meu coração, e era só o que eu queria, talvez se meu pai o fizesse pequeno na minha infância para eu brincar, eu tivesse deixado esse sonho pra lá, mas meu sonho foi condenado, meu sonho foi perseguido e tentaram matá-lo antes de se realizar, mas como todo louco, fiz meu sonho acontecer, e nem que seja pra ir morar nele em minha morte, é lá que eu quero ficar.
Com amor.
Arthurzinho

Todos se olharam assustados com aquela revelação.
E o cortejo avançou para o interior de são Paulo, e avistou uma enorme construção medieval, decorada com bandeiras e com brasões, o fosso ainda seco, já estava pronto, e a ponte elevadíssa desceu para que o corpo do seu idealizador entrasse.
As manchetes no dia seguinte acusavam a família de opressão e de ter enlouquecido o filho, a namorada entrou em depressão e foi parar em uma clinica psiquiátrica, e o amigo Charlles, mandou um famoso paisagista decorar todo o terreno do castelo e lá do alto, quem sobrevoava a área podia ler, nas flores,
“Um sonho nunca é grande demais para seu sonhador,
Arthurzinho, esse é seu reino!
Descanse em paz amigo “

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O INGRATO TEMPO BÍBLICO

A Barbie também já é bem velhinha!


Ás vezes nos perguntamos, por que Noé viveu 400 anos , Adão quase isso, Matuzalem mil e poucos e nós, que hoje temos domínio da medicina, da ciência e da tecnologia vivemos tão pouco?
Simples amores,naquela época não existia calendário, os anos passaram a ser contados da forma atual,depois do nascimento de Jesus Cristo,antes desse fato histórico, os anos eram contados por estalções climáticas, ou seja, a cada ano contavam 4, por isso o termo, mais uma primavera, quando fazemos aniversário, então levando se em consideração, que se viesse uma frente fria brusca e eles pensassem que o inverno veio de novo, era mais um inverno a ser contado,com os erros, acertos, falhas nossas e etc... vamos chegar a conclusão que estes homens viveram até menos que as gerações de hoje, ou você acreditava mesmo que noé fez a arca com 300 anos e seu avô não aguenta jogar bola com 75?
Vivendo, lendo e aprendendo!

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Alforria emocional



"Hoje me deparei com um sentimento diferente em minha alma,queria uma liberdade que sei que já tenho, e não sei por que não me doava há muito tempo.

Estava há meses em uma louca relação unilateral, aonde só eu doava, aonde só eu amava, aonde só eu tentava mostrar o melhor de mim...

Os dias se passaram e fui percebendo que este sentimento além de me fazer mal, me limitava, já não havia mais inspiração para escrever, já não havia mais disposição pra nada, e não pensem que era uma relação do outro mundo, ou que o cara era sexualmente fantástico, não!! simplesmente eu estava acorrentada a espera da felicidade que poderia vir ou não vir... na minha incessante busca pela relação perfeita, pela família sorrindo no porta retrato,e fui percebendo que não preciso de outra pessoa me sugando em troca de felicidade,não sou nenhuma heroína de séries americanas querendo ser a independente e feliz, quero alguém do meu lado.Dependo disso!
Mas quero uma relação saudável!
Cortei as correntes que me prendiam, deixei de ser escrava da minha relação e recebi de mim mesma a minha alforria emocional.
Se vou ser feliz livre? eu também não sei, mas sei que livre das amarras que me limitavam, poderei ser eu mesma e quem sabe um dia? descobrir que não existe cara metade, que tudo não passou de uma linda história que vovó me contava.

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Um bicho de sete cabeças


Por que fazemos da vida um bicho de sete cabeças?

Ouvimos sempre as frases prontas que viver é muito bom,ou o contrário, como dizia o mestre em juntar palavras, Renato Russo, em sua resposta óbvia, viver é foda, viver é difícil!Mas por que fazemos da vida um bicho de sete cabeças?
Quando buscamos o amor, queremos o perfeito, quando não são perfeitos, queremos nos livrar dele, e quando nos livramos sofremos por isso,as buscas na vida são incessantes, buscamos o corpo perfeito, o carro do ano, o cabelo liso associado ao bronzeado quero todos os raios UV, e nisso o nosso tempo vai passando...
Na verdade, vida deveria se chamar busca, buscamos não envelhecer, e buscamos ser inteligentes na mocidade e rápidos na velhice, temos sede de viver ou sede de buscar? nosso interior clama por novidades e quando elas chegam, já estão passadas pra nós.Muitas vezes nos afastamos de pessoas maravilhosas por que temos medo de sofrer de amor, e não há sentimento mais dolorido que sofrer de amor.E como sabemos que estamos vivos e não mecenicamente guiados? Quando sofremos. Seja por dor ou seja por amor.Mas o sofrimento não faz parte da nossa busca, é só uma agonia que nos consome vivos.
Aprendemos desde pequenos o certo , o errado e o mais ou menos certo e na prática nada funciona.
Cresci ouvindo falar que manga com leite matava, e hoje é meu suco preferido,já quebrei o nariz da minha irmã por que não desvirou um chinelo de cabeça pra baixo e eu acreditava que minha mãe morreria por aquilo,então por que vivemos a vida inteira com medo da morte? por que viver é sempre tão complicado?
Quando estamos apertados finaceiramente sofremos, quando saímos do buraco procuramos mudar de casa de carro e entramos no buraco de novo, quando o certo seria curtir o que sobrasse ou simplesmente guardar, mas não ...está lá o tal bicho de sete cabeças a querer nos perseguir de novo...
Trabalhamos a vida toda, juntamos e queremos casas lindas para no final morrer e ainda deixar herdeiros revoltados por que deixamos pouco e o pai de fulano de tal deixou muito mais,a vida deveria ser eterna, ou simplesmente ser simples, ser um café da manhã com calma, uma tarde com brisa, e uma noite com pés entrelaçados em baixo do lençol...
Como diria Gonzaguinha, somos nós que fazemos a vida, como der , ou vier ou puder? e por que fazemos dela um monstro algoz?
seria tão bom só viver, sem lenço, sem documento, sem mágoas, sem esperas e simplesmente, sem buscas.

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Você é um analfabeto político?

Caros leitores, sei que muitos falam que odeiam política e que não se integram na política do nosso país.
Infelizmente, as pessoas que odeiam a política são as que mais influênciam na derrota administrativa do país.
O analfabetismo político é um "ranso" que temos do período colonial brasileiro, em que nossas opiniões não valiam de nada, então a maioria dos nossos antepassados, não se interessavam por política e foi indo, foi indo, foi indo, até chegar ao que somos hoje, 70 % da população sabe somente o nome do presidente e do prefeito e nem imagina quem sejam os outros governantes.
è claro, que não acho que ninguém deva devorar a política ou tentar somente decorar nomes de deputados e senadores, mas,uma vez que simpatize pelo político, que possa investigar seus prós e seus contras e não simnplesmente fingir que não tem nada haver com isso...
Não pense que são os políticos que desestruturam nosso país,é o povo que faz isso, e os analfabetos politicos ou simplesmente os que ignoram a política são os principais responsáveis, afinal é seu voto que decide, e se você colocar no poder pessoas que simplesmente entram para roubar, ou para enganar o povo, as verbas desviadas, colocam as mães na prostituição, colocam os pais no tráficos, colocam os meninos nas ruas e sinais, colocam os idosos na fila de um INSS falido e de um hospital sem nenhuma condição de estar sequer aberto e funcionando, então queridos amigos e leitores, que possamos estar ligados em nosso voto, e não votar simplesmente porque o seu candidato ou candidata é lindo, ou é amigo de cicrano ou deu meia duzia de tijolos para beltrano, vote consciente e diga eu entendo pelo menos um pouco de política, por que só assim nossos filhos ou netos viveram em um Brasil livre de verdade, livre do analfabetismo social, político, cultural e econômico...
vamos que vamos ! inté!

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Por fora bela viola, por dentro pão bolorento.

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A doença de Drica de Moraes





A atriz Drica Moraes, de 40 anos, teve confirmado o diagnóstico de leucemia, segundo informou sua empresária, Fernanda Ribbas.



A atriz foi internada na noite de quarta-feira (10) no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, e não tem previsão de alta.



Segundo a assessoria da artista, ela deu entrada na unidade após passar mal, e foi submetida a uma série de exames. Ela teria descoberto a doença recentemente.


Drica Moraes está internada num quarto do hospital e recebe visitas.


Atualmente no ar no papel de Olívia, de "Alma Gêmea", da TV Globo, Drica Moraes também atuou em outras novelas como "Top Model", "Chocolate com Pimenta", "O Cravo e a Rosa", "Era uma Vez" e "Pé na Jaca". No cinema, um dos seus últimos trabalhos foi em “Os Normais 2”, de 2009, do cineasta José Alvarenga Jr.

O tratamento da atriz Drica Moraes contra a leucemia evolui bem. Desde que recebeu o diagnóstico da doença, ela faz sessões de quimioterapia.



A informação é da empresária da atriz, Fernanda Ribbas, que conversou rapidamente com o G1 nesta segunda-feira (15), pelo telefone. Apesar do quadro satisfatório, ela permanece sem poder receber visitas.



"Há uma proibição médica de não receber visitas por causa da imunidade dela", explica a empresária.



O autor Walcyr Carrasco ficou muito triste com a notícia da doença. “Fiquei muito triste, porque além de uma atriz, uma companheira de trabalho, é uma amiga que está no meu coração”, disse o autor de novelas como "Caras & bocas", "Sete Pecados", "Alma Gêmea" e "Chocolate com Pimenta".

Segundo Walcyr Carrasco, ele “não fazia ideia” de que Drica estava enfrentando problemas de saúde, mas pretende visitar a atriz assim que for possível.


“Vou fazer o melhor para ela, mesmo que tenha vontade de vê-la”, garantiu o autor, ressaltando que os amigos continuam em campanha de doação de sangue para ajudar na recuperação de Drica Moraes.



Após sentir um mal-estar, a atriz foi internada na noite de quarta-feira (10).


Espero, e acredito que muitos fãs também que a atriz se recupere logo,é de um talento imensurável e só o afastamento dela da mídia já faz uma grande falta, sempre extrovertida é amável com fãs e com a imprensa.


A atriz Drica Moraes está no elenco do filme "Bruna - O doce veneno do escorpião", que conta a vida da ex-garota de programa Raquel Pacheco.




Que melhore o mais rápido possível!

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meus livros




Estes são meus livros.Quem não comprou ainda, por favor.... comprem rsrs vocês vão amar rsrs, escrevo vários gêneros para todas as idades, preciso também de sua opinião sobre meu trabalho
A cúpula das vaidades ,
http://acupuladasvaidades.blogspot.com/ ,
é um romance que se passa no Brasil e em vários países da américa latina, conta o universo do crime e da cúpula do jogo de bicho, foi meu primeiro trabalho, depois o satírico quem disse que só fazemos amor? que vc pode acompanhar alguns capítulos no Blog dele mesmo,
http://quemdissequesofazemosamor.blogspot.com/

depois vieram dois infantis, As aventuras continentais de Dora e Bia, 1 e 2, e o livro de contos , Contos e lendas que me contaram no Brasil, gosto do contato direto com o leitor, apesar de não ter muito tempo quando consigo respondo, pelo orkut, twitter ou msn... deixe sua opinião por que ela é muito importante pra mim...beijaraçosssssssss

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