Da guerra nasceu o forró.



Amigos e leitores,meu tempo tá ficando apertado para postar diariamente,estou envolvida no Projeto internacional pontes culturais e amando cada momento que me envolvo mais,mas como sempre, acabamos descobrindo assuntos que não dá pra deixar pra lá.
A nova descoberta foi que o forró ritmo contagiante e sensual que aliás, eu amoooo, como todas as outras manifestações de cultura do nosso povo,nasceu por conta da guerra.
Sabia disso? eu também não, segue a baixo um trecho da história.
Na segunda guerra mundial uma base americana foi montada em Pernambuco e os americanos todos se querendo pro lado do povo Nordestino,promoviam bailes abertos ao público, ou seja (for all)o termo em inglês significa para todos, ou seja, o povo podia participar, e como Nordestino de burro não tem nada, de For All vitou For Oll e depois singelamente chamado de For rol.
Como a dança não é o forte dos americanos, logo o ritmo foi se adaptando ao molejo o povo brasileiro, e é clógico que mexer no mesmo ritmo coladinho é muito mais fácil.
Hoje o forró adquiri nova roupagem, coreografias individuais além de uma acompanhamento techno mudando um pouco a vertente do forró inicial, mas as raízes do ritmo continuam profundas e pra quem nunca experimentos dançar um Xote agarradinho é bom demais.
Existe uma outra versão que substitui os americanos pelos ingleses que vieram para construir uma ferrovia no início do século XX a Great Western, mas a versão mais aceita é mesmo a dos americanos.
Apesar da versão bem-humorada, não há nenhuma sustentação para tal etimologia do termo, pois em 1937, cinco anos antes da instalação da referida base, a palavra "forró" já se encontrava registrada na história musical na gravação fonográfica de “Forró na roça”, canção composta por Manuel Queirós e Xerém.

Mas fica aí o registro, se foi a guerra que trouxe o forró pra cá eu não sei, mas que quem trouxe fez um bom negócio, aí isso fez!

Beijaraços fiquem ligados no Pontes culturais...Muitos concursos e feiras internacionais.

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Milagres diários


Certo dia,ao descer em uma cidade distante da minha, uma senhora me desejou boa sorte.
Aquelas palavras cheias de otimismo e boas vibrações , que eu já havia ouvido centenas e por que não dizer milhares de vezes, me invadiram algum lugar da mente que estava inativo e me fizeram pensar.Como assim boa sorte?Pensei na palavra de várias formas, exclamariva, interrogativa final,e tentava me lembrar de algum episódio em que a sorte havia chegado muito perto de mim.Não era chegada a ela, nunca ganhei em apostas, nunca achei nada de valor,nunca escapei de um tiroteio.
Aquela palavra não cabia em minha vida.
Voltei para minha cidade e a palavra não saía da minha mente.
Comecei a observar as pessoas em minha volta,algumas com seus relacionamentos pródigos, outras com seus carros importados,outras com seus empregos tradicionais bem diferentes do meu.
E ao sentar-me bem pertinho da minha casa em uma praça arborizada,pensei em minha tragetória até ali,vi os amores que tive que não foram poucos, mas fopram infinitamente maravilhosos.Pensei nas filhas que tenho,perfeitas de alma de caráter.O físico é só uma questão de sorte, a alma é uma questão de milagre. Observei uma folha cair da árvore lentamente, bailando no ar, uma sinfonia ouvida só por nós duas,e uma borboleta,das mais simples vistas nesta área, pousou em minha bolsa,e pensei na minha sorte de estar ali naquele momento, para viver aquilo.
Nossa sorte está nos pequenos acontecimentos diários que conseguimos enxergar.
No tempo que nos doamos e nos sinais que Deus nos manda mostrando o quanto somos importantes pra ele.
O vento soprou em meus cabelos refrescando aquela tarde perfeita.
Poderia reclamar de estar só naquele momento, poderia lembrar da solidão que me angustia muitas noites.
Mas ali, naquela hora, com a delicadeza da natureza á minha volta.
Senti o vento enlaçar-me com singeleza,me senti querida,grata.
Pensei na sorte como um todo...
Falei baixo, mas sozinha, o que alguém que estivesse passando poderia interpretar como loucura.
_Obrigada Deus,mas não me mime tanto!
Cheguei em casa, feliz de tanta sorte em ter tempo de olhar para os pequenos milagres diários.

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1968- Conto vencedor do concurso de contos de Recife -PE

1968, o povo nas ruas.

Tanta confusão de um lado e do outro que Ariovaldo não sabia pra onde ir.

Era um moço bom, criado no interior de Minas gerais, e estava chegando ao Rio de janeiro, atrás de uma proposta de emprego, ficara deslumbrado com o mar, com o movimento das ondas, com todo aquele azul sem fim.

Como nem tudo são flores, Ariovaldo não esperava encontrar tanta confusão no centro do Rio de janeiro, pensava que iria encontrar o samba na lapa, Ipanema cheia de garotas de Ipanema, e poder deslumbrar toda a beleza natural daquela cidade, mas o que Ariovaldo descobriu foi uma tal de revolução provocada pela imprensa marrom que Ariovaldo nunca tinha ouvido falar na cidade de Carangola.

O som das bombas atiradas pelos soldados era ensurdecedor, e Ariovaldo se tremia todo, quando os tanques avançavam em direção aos estudantes, que atiravam pedras contra os militares, Ariovaldo levava as mãos a cabeça e pensava : ”esse trem vai esmagar todo mundo”

É , a vida dos jovens no ano de 1968 não estava nada fácil, e Ariovaldo estava ali no meio daquele turbilhão de emoções e acontecimentos.

Ariovaldo tinha 23 anos, sonhava em ser advogado, e encher de orgulho a família mineira que sempre trabalhou na roça, Ariovaldo havia sido o primeiro membro da família a viajar para a capital para estudar, era um sujeito até bem afeiçoado, apesar de bem magro para seus 1,86 de altura, usava o cabelo como as roupas , bem engomados e alinhados, havia aprendido um pouco de inglês com um gringo que havia aparecido em sua cidade, e achava que aquilo bastava pra se dar bem na cidade grande, mas o que Ariovaldo encontrou, foi uma cidade de cabeça pra baixo.

Além do sonho de se tornar um advogado, Ariovaldo carregava em sua mala os sonhos de sua mãe, que era que na cidade, ele conhece-se uma linda moça, de preferência normalista, casasse e levasse pra viver em Carangola, teria que ser uma moça católica praticante, e com um desejo grande de ser mãe, a mãe de Ariovaldo queria muitos netos, e achava que se Ariovaldo casasse com uma moça com estudos, as chances dos netos serem inteligentes seriam maiores, e quem sabe um dia ela não teria um neto presidente da república, ou cantor, que pra dona Eulália, também precisava ser muito inteligente pra cantar.

Mas foi ali, em meio a Av. Passos que Ariovaldo avistou pela primeira vez o amor de sua vida, ela era linda, mas era um pouco diferente do que a dona Eulália sonhava para Ariovaldo, seus cabelos não eram penteados como o das normalistas, seu cabelo era meio que emaranhado, e Ariovaldo sonhou em se enroscar naqueles cabelos, a pele não era alva como a neve, era morena, queimada de sol, mas combinavam com os cabelos de um amarelo queimado também, o vestido rosa de cetim dos sonhos de dona Eulália,haviam sido substituídos, por uma camiseta branca e saias longas estampadas que iam até o pé,e cobriam parte da sandália rasteira de couro cru,mas para Ariovaldo, ela era mais que uma miragem.

Ariovaldo deixou de lado sua timidez e se aproximou da moça, queria saber seu nome, queria ouvir sua voz.

A moça respondeu :

_ Me chamo Mary Jane.

Ariovaldo amou o nome, achou-o perfeito, a cara dela, mas estranhou o sotaque da moça para um nome tão inglês.

Ela retificou.

_ Eu nasci Maria Joana, lá em Maceió, mas agora sou Mary Jane, e é assim que quero continuar sendo daqui pra frente, e você? Como se chama?

Ele respondeu:

_ Ariovaldo Guimarães, sou de Carangola - Minas gerais.

Ela riu e comentou:

_ precisamos arrumar um nome de guerra pra você, Ariovaldo não combina com nada...

Ariovaldo achou graça do comentário.

E Mary Jane concluiu:

_ De hoje em diante, tu se chamará BOB

Ariovaldo indagou:

_ Bob?

Ela riu, e disse:

_ quer queira, quer não queira, vem com a gente.

E saiu puxando Ariovaldo em meio à multidão de jovens que protestava contra o regime militar no Brasil.

A turma que acompanhava Mary Jane eram todos desarrumados, mas em suas camisas e faixas pediam somente a paz e o amor, e vendo a violência disparada pelos militares em cima de jovens tão inocentes que queriam apenas sossego, Ariovaldo que já atendia como bob, começou a se misturar e a gritar pela causa, com os olhos fixados em Mary Jane, havia esquecido até do por que de estar ali no centro do rio, esqueceu até que tinha que encontrar uma pensão pra ficar, e que Mary Jane, não era a normalista dos sonhos de dona Eulália, quando escureceu, Ariovaldo, decidiu se despedir de Mary Jane, queria saber onde a moça morava para acompanhá-la pelo menos até o portão de casa, e Mary Jane respondeu:

_ Sou livre Bob, livre dessas amarras sociais, pra que ter um endereço, pra que ter um lugar pra voltar, se deus nos deu esse Céu lindo e podemos dormir olhando as estrelas.

Ariovaldo olhou para o céu e fingiu entender o que Mary Jane falava.

Mary Jane foi puxando-o pelo braço até o ônibus em que ela estava com seus amigos, ou companheiros como ela mesma os intitulava.

“Quando passavam pelas ruas Ariovaldo ouvia comentários externos:” esses hippies, são uma cambada de vagabundos, não querem trabalhar e ainda aderem ao protesto anti militarista”!

Então era isso que eram os hippies? Ariovaldo já havia ouvido falar neles lá em Carangola, mas achava que eram simplesmente vândalos, e não pessoas de bem que lutavam por um mundo mais justo, pelo amor livre, e por haver uma sociedade sem correntes presas ao pé.

Naquela noite, Ariovaldo decidiu ficar perto de Mary Jane, aonde quer que ela fosse, seria o melhor lugar pra ele, e como estava quente no trailer em que dormiam Mary Jane, convidou Ariovaldo para dar uma caminhada, e foram até a beira da praia, andaram e deitaram vendo as estrelas, Mary Jane o beijou e fez amor com ele, ali mesmo, e Ariovaldo amou aquele jeito dela de viver, e de ser livre.

Ao amanhecer quando voltaram ao trailer, viram um movimento estranho ao redor, de policiais e militares, Ariovaldo que estava mais arrumadinho, pediu a Mary Jane que ficasse a distancia, observando que ele se aproximaria e descobriria o que estava acontecendo, ao se aproximar de um soldado, descobriu que todos que estavam no trailer haviam sido presos por desordem, e Mary Jane e Ariovaldo só escaparam por terem ido caminhar na praia.

Ariovaldo voltou e contou tudo a Mary Jane, que desabou de chorar e nos braços de Ariovaldo disse:

_Desde quando, pedir paz, amor e liberdade é desordem? Odeio esta sociedade e suas regras.

Ariovaldo sentiu pela primeira vez, revolta em seu peito, decidiu que não seria mais um seguidor de ordens patéticas que aplicam a violência em cima de quem prega a paz.

Decidiu deixar de lado as gravatas e as calças com vinco, decidiu seguir Mary Jane até um lugar em que diziam que ainda era possível viver sem a opressão da sociedade dominada pelo militarismo.

Caçaram no mapa, e descobriram Mauá, e lá se foram, viver da caça, da pesca e dos artesanatos, longe da poluição, longe das armas e dos tanques de guerra, livres para amar aonde quisessem, sem ser incomodados, e lá encontraram outros hippies, e criaram uma sociedade, organizada e baseada em cima de paz, amor e respeito à individualidade de cada um, no início, dona Eulália estranhou a decisão de Ariovaldo, principalmente por que ele havia deixado o sonho da vida inteira de ser advogado, simplesmente por ter uma horta no quintal de casa, coisa que ele já tinha em Carangola, mas quando viu pela primeira vez o olhar do filho para Mary Jane, pode entender que o filho havia feito a melhor das escolhas.

Hoje, mais de quarenta anos depois, Dona Eulália, já não pertence mais a este mundo, mas em Visconde de Mauá, interior do rio de janeiro, Mary Jane e bob, continuam felizes, não vivem mais de artesanato, possuem uma pensão aconchegante e que serve a melhor comida orgânica da região, seu sonho de uma sociedade de paz se realizou, mesmo que o progresso tenha chegado, a raiz daquela cidade continua hippie, e continua semeando amor entre os visitantes;Dos seus onze filhos, somente cinco continuaram em Mauá, mas todos vivem em paz e pregam o amor e a fraternidade no mundo.

Ás vezes os caminhos que a vida nos leva, são caminhos que nem nós mesmos imaginamos, mas com certeza, quando deixamos a vida seguir seu curso, é quando encontramos nosso verdadeiro eu e nossa felicidade plena.

Como diriam Mary Jane e Bob: ” Viva a vida plenamente, e busque ser feliz sempre”

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ALÉM DA SALA DE BATE-PAPO

Em uma manhã normal, de um dia absolutamente normal , sem nada demais pra fazer, o tédio e a ociosidade á levaram até uma sala de bate papo.
Ela com um nick de nome falso mas que escondia desejos verdadeiros.
Ele com um nick que mostrava sua idade e um nome comum, bem parecido com o nome de verdade.
Conversa vai, conversa vem! Decidiram se conhecer no mesmo dia á noite, mas a ansiedade falou mais alto e marcaram de se encontrar em meia hora, por cautela e segurança, um ambiente público foi escolhido, e o primeiro encontro apesar de bem discreto e agradável, ficou com gosto de quero mais, não houve beijos, aliás, nem sequer um toque, dando indícios que algo mais poderia rolar ou não.
De qualquer forma quando a tal da solidão bate na porta de dois adultos, não há porque perder tempo.
Um novo encontro foi marcado algumas horas depois.
No meio tempo um sms inesperado dela pra ele mostrava que já havia pelo menos um pequeno interesse.
Com o cair da noite, um misto de curiosidade com empolgação invadia os dois.
Ele pegou-a em casa, bonito, cheiroso, sério, exatamente como ela esperava.
Foram em um bar e conversaram durante quatro longas horas.Mas ao chegar em casa, bateu a vontade de não desgrudar daquela companhia que parecia tão amigável e protetora.
Subiram, beberam alguma coisa, e as peles começaram a se tocar, instalando de súbito a vontade de que as bocas se tocassem.
Os beijos eram quentes, mas ternos, lotados de uma paz procurada.
O desejo e a intensidade aumentaram até que o convite para o amor fosse inevitavel.
Apesar das poucas horas, pareciam tão intimos e tão um do outro que o resto era só o resto.
O extase intenso tomou conta do tempo, do corpo, do quarto.
Uma vez após a outra o delírio de ter nos braços um amante perfeito, fez com que a carencia falasse mais alto e os impulsos naturais do ser humano não fossem contidos.
Horas depois dele ter partido, seu cheiro estava em seu travesseiro, não foram feitos planos, não foram feitas cobranças, simplesmente ficou o gosto de quero mais, e a sensação que uma paixão mesmo que inesperada, possa surgir em uma sala de bate papo, e ser absurdamente infinita e gostosa, enquanto lhes for permitido!

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Quando paramos de brincar de bonecas e começamos á brincar de bonecos!


Bom amigas, olhando fatos e fotos da vida, cheguei a conclusão que fazemos da vida uma verdadeira brincadeira, um verdadeiro faz de conta.Não nos damos conta do momento que paramos de brincar de boneca e começamos a lidar com os homens como simples brinquedos que manipulamos como queremos de acordo com nosso dia, com nossos sentimentos e com nosso humor.
Um dia tratamos com carinho e cuidado, no outro deixamos de lado .
Quando adolescentes buscamos o aventureiro.
Cheio de sonhos, de coragem, lindo, barriga de tanquinho, nosso sonho de consumo, cabelos sedosos , bronzeados, cara de saúde, aí percebemos que gostam de rua, de não carregar celular, de não ter horários e que provavelmente não estarão ao nosso lado quando encararmos as provas de vestibular e os sonhos de fazer uma faculdade, então deixamo-os no baú ou tentamos mudá-los e partimos a procura de um homem forte, que olhe nossos problemas e não tema-os!Que fique ao nosso lado quando estamos em crises existenciais e se posspivel nos defenda de tudo...
Aí percebemos que ele é sério demais, e sentimos saudades do aventureiro que um dia com laços e facas, arrancou nosso coração e carregou na mochila.


Buscamos algo inalcansável além do tempo e do espaço, ninguém vai ser aventureiro o suficiente pra nos mostrar novidades maravilhosas todos os dias, nem será forte o bastante pra não fraquejar em momento algum, e na busca do homem perfeito, estamos nós lá, querendo não querer, pensando se estamos no caminho certo, e tentando esquecer que temos prazo de validade.Queremos o homem bom na terra , no ar, no mar e na cama... e quando não o achamos, nos sentimos infelizes e frustradas e com a impressão que só nós estamos nessa, e achando que nossas amigas têm muita sorte.



Então o que fazemos???? Paramos de escolher muito e casamos com o primeiro com boas intensões que aparece, achando que seremos como a Barbie, ter um casamento perfeito, um dia quem sabe um vestido de noiva lindo ( sonho de toda menina é a barbie noiva) e o marido aventureiro, forte , potente, e viril.



Crescemos, lindas e fortes, e nosso relógio biológico começa a ditar a hora de sermos mães, o que não acontece com os homens que são pais até com 80 anos de idade, nós sofremos os embargos do tempo e achamos que precisamos correr contra ele, ou que seremos infelizes e incompletas se não formos mães.




E o que acontece??? Somos mães, ficamos lindas, radiantes, maravilhosas, temos os filhos que são a melhor coisa do mundo e depois????? Começamos a nos colocar defeitos, vemos que nosso corpitcho já não é o mesmo, se estamos firmes, estamos gordas,se estamos magras, estamos flácidas...e nossa mente começa a viajar novamente querendo mais da vida, achando que o homem que está do nosso lado por uma falha ou outra é um verdadeiro monstro.


Aí chegamos no momento, não quero mais... não adianta, cansei, não quero mais, seus defeitos são demais pra mim, você não me leva pra lugar nenhum, sua família te explora e eu não, eu sou boa demais pra você, e você só vê o seu lado e aí????

Largamos o cara e buscamos novos caminhos.

No início, é o novo que atrai, não que o novo seja melhor que o ex...nada disso...tem defeitos diferentes, mas os tem.

E queremos o mistério de um homem que não conhecemos, algo sedutor incrivelmente sexy em nossa vida, que nos faz se sentir a mulher mais desejada do mundo, que nos acompanha com o olhar, que gosta do nosso cheiro, do nosso toque, que nos fala velhas mentiras com roupagem nova ao pé do ouvido e ali ficamos...Meses...Anos... E um dia como diria o lindo Jorge Versilo, "Hoje o herói aguenta o peso das contas do mês" e o que acontece??? Lá vem a nossa coinciencia novamente gritar em nossos ouvidos que estamos infelizes, não que somos, mas que estamos e começamos a ver o velho e lindo herói com todo o seu lado mau.





E começamos a achar que ele não é maduro o suficiente, aí entramos na fase Caça -Falcons, ou seja, queremos, um aventureiro, pegável, inteligente, sério e maduro, e começamos novamente o ciclo de colocar defeitos.



E uma hora paramos pra perceber que largamos as bonecas e fizemos de nossa vida uma via crucis em busca de um amor, que na verdade poderia ter sido o primeiro, que estava muito bom pra nossa cara, então amigas e leitoras, papo feminino de mulher moderna, não adianta buscar o herói de brinquedo por que ele não existe, colocaram isso na nossa cabeça, mas ele não existe, todos temos defeitos, alguns aceitáveis, alguns reparáveis e todos suscetíveis a mudança...
É melhor pegar seu Max Steel e corrigí-lo quando ele virar o Chucky ou o black spyder-man e descobrir que seu Max Steel com o tempo vai virar o Falcon e se não virar saiba escolher bem seu novo companheiro de aventuras ...não ...não aventuras de desenhos que um dia você coloriu em sua mente, mas desenhos de aventuras cotidianas, que a cada dia podem assumir novas formas e contornos, vide exemplo o batman antigo e o atual, o mesmo batman em versão turbinada.
E perceba que o tempo passa!Viva cada ano bem para que não tente esconder sua idade por não tê-los vivido, ou para que as amarguras de frustrações não façam com que tornem-se ainda mais pesados.

E não adianta tentar repará-los com excessos por que a casca muda, mas o cérebro ganha conteúdo e se pararmos para analisar somos bem melhores com o passar dos anos, somos mais interessantes, usamos batons de cores fortes sem medo de errar e conseguimos seduzir o mesmo homem todos os dias se quisermos.E antes que nos tornemos a barbie velha, que possamos ter usufruido de tudo de bom que uma relação á dois saudável pode nos dar...( Ou a três para quem tem algum fetiche! rsrsr)



Agora venhamos e convenhamos ...é melhor ser a barbie velha que se sentir a vida inteira mal amada e deixada para trás...Vide exemplo aí em baixo...



Bom amigas, hoje postei direto para a classe feminina, mas que os homens que venham a ler esta crônica, possam entender um pouco mais do que se passa em nossas mentes... Não são só vocês que sonham com as morenas e loiras do tchan, um dia a Gretchen também já foi a rainha do rebolado e hoje... Só jesus!

Beijaraços...Amanhã mando mais alguma coisa!

http://quemdissequesofazemosamor.blogspot.com/

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Por que os padres não podem se casar?

Amigos e leitores, acredito que esta dúvida volta e meia martela em nossa mente, principalmente quando passamos a ouvir casos de pedofilia ou homossexualismo em baixo das batinas.E pensamos...que mundo é esse em que vivemos?
Mas vou tentar deixar mais ou menos claro o que rola para que os padres sejam obrigados aos votos de castidade e celibato.
A princípio, padres não se casavam por opção, para dedicar 100% do tempo e das energias à oração e à pregação - da mesma forma que Jesus Cristo.Mas normalmente se tornavam padres, solteirões convictos, já em idade avançada e com aptidão sexual nada invejável.
Em 1139, ao final do Concílio de Latrão, contudo, o matrimônio foi proibido oficialmente a membros da Igreja. Embora a decisão tenha se apoiado em passagens bíblicas - como "É bom para o homem abster-se da mulher" (presente na primeira carta aos Coríntios) -, uma das razões mais fortes para a transformação do celibato (como é conhecida a proibição do casamento) em regra foi o que, já naquela época, ditava as regras da humanidade. Adivinhem?
Fé?
Nada disso.
Grana!
Na Idade Média (do século 5 ao 15), a Igreja Católica alcançou o auge do seu poder, acumulando muitas riquezas, principalmente em terras. Para não correr o risco de perder bens para os herdeiros dos membros do clero, o melhor mesmo era impedir que esses herdeiros existissem. Isso não fez muita diferença para os monges, que, por opção, já viviam isolados em mosteiros, mas em algumas paróquias a proibição gerou discórdia.

A maior delas ocorreu no começo do século 16 e foi uma das razões pelas quais o cristianismo passou pelo seu maior racha: Martinho Lutero rompeu com o papa e criou a Igreja Luterana, que permitia o casamento dos seus pastores - e permite até hoje (veja o quadro abaixo).Que deu origem há tantas religiões protestantes que vemos hoje, ou seja, religiões que de alguma forma protestam contra a igreja católica.
É lógico que a maioral, não deixaria por menos , e reafirmaria suas raizes.
Depois da Reforma Protestante, a Igreja Católica reafirmou o celibato, definindo no Concílio de Trento, em 1563, que quem o rompesse seria expulso do clero. A regra se manteve até 1965, quando o papa Paulo VI permitiu que padres se casassem e continuassem freqüentando a Igreja (sem a função de padres, claro). Para conseguir essa liberação, o padre noivo precisa enviar um pedido ao Vaticano e esperar a autorização, que pode demorar até dez anos. "João Paulo II tornou o processo mais demorado, mas Bento XVI está limpando a mesa", diz o teólogo Afonso Soares, professor da PUC-SP. Além de promover a tal limpeza, o novo papa surpreendeu, em agosto do ano passado, ao aceitar que o ex-pastor anglicano David Gliwitzki, casado e pai de duas filhas, e tornasse padre.
Agora amigos e leitores, os pregadores Anti- pecado que me desculpem mas olhando es padres abaixo, eleitos os mais gatos do mundo fica difícil pensar que é pecado abraçar sua fé e religião sem poder casar.

E o pior é que isso só ocorre no catolicismo, que por sua vez tem sido alvo de escândalos desde a sua origem.
No judaismo, budismo e protestantismo o casamento dos líderes é permitido, no islamismo melhor ainda, podem se casar até com 4 mulheres se for possível sustentá-las, ou seja, quem rala mais come mais !

A igreja católica por sua vez, continua tentando encobrir o que todo mundo tá cansado de saber,depois que os caras não conseguem segurar seu tesão ou sua natureza sexual, criada e dosada por Deus,e acabam cometendo a loucura de partir para a pedofilia,que é o meio mais fácil de não serem pegos, primeiro pelo respeito das crianças aos padres, segundo, que em outros tempos ninguém daria razão a criança passando por cima da autoridade do padre.E o que a igreja faz depois de atrocidades assim??? Perdoa-os , deixando alguns até mesmo continuarem na profissão,ou simplesmente manda rezar 300 aves-marias alegando que o demônio fala na carne.E as crianças que sofreram abusos?
Penso da seguinte forma será que se fosse permitido a eles, casarem-se, nem que fosse uma única vez, esses casos não terminariam?

E cá entre nós amigas leitoras, que os homens não nos ouçam, tem pecado maior que ver esses padrecos aí em baixo solteiríssimos para sempre ?

Jesus me abana! Beijaraços e vamos que vamos!









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Promoção ganhe um livro e fique mais culto!


Basta seguir este blog, colocar seu email nos comentários com o livro que você prefere receber, que dia 30 haverá um sorteio de dois livros "A cúpula das vaidades "e dois Quem disse que só fazemos amor?, os ganhadores receberão emails solicitando o endereço e o cep.
O nome dos ganhadores serão publicados neste blog.

Inté e boa sorte.

beijaraços!

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Ilha de nudismo em São Gonçalo...uhhhhhhh

Você já ouviu falar na ilha do sol em São Gonçalo? ... Hey, não é de São Gonçalo na Bahia que estou falando não, é São Gonçalo Rj, baía da guanabara...Não sabiam que existia uma ilha de nudismo aí??? Pasmem!! nem eu. Vou contar a história pra vocês...


Existiu há alguns muitos anos atrás, claro que eu não estava lá rsrsrs, mas soube, uma gata chamada: Luz del Fuego, Imaginem o fuego da gata! A bela com curvas esculturais tinha um affair com o então ministro da marinha, que babava em seus shows, principalmente quando ela dançava enrolada em uma jibóia.Como sabemos que a imaginação masculina ganha asas com certas coisas, o ministro não resistiu ao pedido da morena de liberdade e presenteou-a com a ilha de Tapuma , para que pudesse se isolar e andar nua em pêlo pelas águas até então não poluídas do lugar, formando assim a primeira colônia de Naturalismo do Brasil
.

Nos anos 60, Luz Del Fuego passou a viver definitivamente na Ilha do Sol. Com suas reservas financeiras terminando e a idade chegando, o mito começou a desaparecer. Já não tinha mais relacionamentos com homens influentes e ricos e passou então a se envolver com homens pobres, bem distantes do seu nível social (Ai meu deus, será este o meu fim!).
A cobra também já não devia estar com esta bola toda rsrsrs.

No dia 19 de julho de 1967, vitimas de uma emboscada, Luz Del 


"Fueguenta" e seu vigia Edgar foram brutalmente assassinados e 


jogados no fundo da baía de Guanabara. O crime só foi desvendado 

duas semanas após. Um dos assassinos confessou que a vingança foi o 

motivo do assassinato, pois Luz havia denunciado ele e seu irmão para a 

polícia pois os mesmos, praticavam a pesca predatória na região com uso de explosivos, prática esta que para uma ativista protetora do ambiente, era uma afronta ,na eépoca chegaram a cogitar que poderia ser um crime passional, coitada da agora apagada Luz Del Fuego.
Essa é a história que cerca a Ilha do Sol. Agora quando passarem por perto de barco ou avistarem a ilha, vocês já sabem que ali foi palco de uma rica história em áreas gonçalenses.

É claro que hoje em dia não terão a visão da Luz del "fueguenta" sassaricando com sua "enorme" gibóia por lá, mas fica aí um pedacinho da história deste lugar que foi tristemente assolado pelas chuvas das últimas semanas, que sempre foi palco de histórias curiosas e engraçadas!


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Será o fim do mundo?

Amigos e leitores, assistimos pela Tv e internet diariamente assuntos que nos levam a imaginar se estaríamos vivendo o fim do mundo.
Uma exposição na itália me leva ao tema Fim do mundo.
Há uma bizarra exposiçao de corpos na Itália.(adoro essa palavra bizarra!)
Os corpos são de pessoas e animais que foram vítimas da erupção do Vulcão Vesúvio sobre a cidade de Pompéia, aonde todas as pessoas foram mortas e os corpos incrivelmente conservados por uma mistura fossilizada de lava , cinza e pedras.
Estima-se que entre 10,000 e 15,000 pessoas morreram nesta erupção, mas foram encontratos 1500 corpos.
A exposição chama atenção pelos detalhes, há esculturas de mães amamentando, de pessoas abraçadas e em algumas detalhes como de lenços protegendo os olhos das cinzas.

Os visitantes muitas vezes não acreditam se tratar de restos humanos e acham que é mais uma obra de arte.

Pelo menos um terço da cidade ainda não foi escavado. O processo de escavação e preservação dos corpos em gesso vem ocorrendo desde o século XIX.










Taí amigos, mais uma informação do mundo louco que vivemos, e as tragédias que muita gente acha que é o fim do mundo chegando, sempre aconteceram , desde que o mundo é mundo, foi assim com Pompéia, foi assim com o monte Knossos que supostamente devorou Atlântida em uma noite e submergiu-a, aliás, este será o tema do meu próximo livro, tomara que me deixe famosa e imortal como Platão rsrsrs, fora o terremoto do méxico,a catástrofe que dizimou os dinossauros,o terremoto do Chile em 1960,o do Haiti,o de Portugal em 1755,Tsunamis, enfim, mil tragédias e as pessoas querem achar o motivo, e culpar o fim do mundo ou a volta de jesus por isso.Acha mesmo que JesusCristo, bondoso como a Bíblia nos afirma, permitiria morte de famílias inteiras, crianças, pra mostrar que tá voltando?
E mais, se morreu há 1978 anos atrás, viu um monte de gente boa indo e vindo,e não voltou, vai voltar agora que o mundo tá doido , com pais atirando crianças de janelas e de pontes?
A questão pelo menos ao meu modo de ver, é que anteriormente as tragédias não causavam tantas vítimas e assustavam menos a humanidade... mas por que será?
Primeiro... se antigamente explodisse um vulcão no Hawaí, e matasse a todos os habitantes, não saberíamos nunca, por que não tinhamos meios de comunicação pra isso, tanto que são os pesquisadores, geólogos, arqueólogos e todos os ólegos que descobrem as tragédias do passado.
Segundo: O mundo era bem menos populoso, então se ocorresse um sismo local, não matava tanta gente.
Terceiro: Não haviam prédios , para cair e matar todo mundo, as casas em sua maioria eram feitas de madeira , ou de pau á pique, ou seja, material leve que dificilmente matava.

Então amores, vamos analizar o seguinte , a sequência de tragédias, que estamos assistindo de camarote, pela TV e internet, nada mais é, que a natureza seguindo seu curso e infelizmente encontrando o homem em seu caminho, veja exemplo...Morro do Bumba, área primeiramente formada pela ação do homem que fez dela um lixão á céu aberto, que com o tempo, tornou-se uma comunidade e agora, virou alvo do excesso de chuvas, que por sua vez ,podem derivar do aquecimento global ou não!
Podem simplesmente o que algum dia chamaram de dilúvio que se eu estivesse no Alcantara SG, cheio de água, como nas fotos da postagem abaixo da tragédia anunciada, certamente acharia que o mundo estaria acabando e tentaria culpar Deus por isso!

Leiam A caminhada logo abaixo... é uma crônica minha sobre companheirismo...pra mim uma gracinha rsrs beijaraços e comentem!

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A Caminhada



Estamos sempre tentando achar novos caminhos na vida.
Os pés,mesmo que cansados, buscam novas trajetórias, menos pedras e menos curvas ao longo do caminho.
A árdua caminhada se aplica em várias fases da vida e muitas vezes, caminhamos sozinhos.
E quando estamos nesses momentos de longas e difíceis caminhadas, percebemos o quanto faz falta ter alguém para caminhar conosco, ou até mesmo que nos leve por um período no colo para que nossos pés se aliviem do percurso.
Quando somos crianças, temos nossos pais para nos ajudar na caminhada, que nos amparam, correm para que nossos tropeços não se tornem graves acidentes de percurso.
Mas e adultos?
Buscamos alguém que muitas das vezes tenha suas pegadas tão misturadas com as nossas que não somos capazes de definir de quem é qual.
Que seja alívio aos nossos pés no final do nosso dia.
Que massageie não só nossos pés, mas nosso ego, nossa alma!
Que além de corpos unidos na noite, tenha conosco mãos unidas e pés unidos.
Para que o amanhecer seja claro, luminoso e a dura caminhada da vida, não seja tão dura, seja simplesmente uma caminhada sem solidão.
A vida é feita de circulos se pararmos para analisar, o dia que vai e que volta, a dor que vai e que volta, o amor que vai e que volta, e a caminhada diária que vai e que volta!
Que possamos não nos privar nunca de olhar para o lado e ao invés de ver sombras entorpecidas pelas angústias diárias, possamos ver pegadas firmes em alguns momentos, leves em outros, confusas em alguns, únicas em muitos outros, mas que possamos um dia olhar para trás , e ver um longo caminho percorrido com pés unidos!

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Chamada para Antologia Infantil



Olá queridos amigos das letras,
Meu nome é Izabelle Valladares e estou abraçando junto á editora Literata este projto de uma antologia de contos infantis com gravuras.
Além do prazer de podermos levar nossa imaginação ao infinito mundo do faz de contas infantil, iremos estar selecionando os contos com carinho e atenção para que se torne uma obra inesquecível!

Aproveitem para participar.Solicitem o regulamento pelo email
antologia@izabellevalladares.com.br
ou escritora@izabellevalladares.com.br (MSN)

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Assédio de quem afinal?




Este conto está no blog http://quemdissequesofazemosamor.blogspot.com/
no site:http://www.favascontadas.com.br/ e no livro:Contos e lendas que me contaram no Brasil. Estou entre os escritores selecionados para a antologia UFO-Contos não identificados http://ufocontosnaoidentificados.blogspot.com/




Assédio de quem afinal?



Avenida Paulista, centro de Sampa, lugar movimentado aonde quase ninguém se fala, todo mundo se esbarra e dizem que as pessoas não têm tempo de pensar em amores... Em amores pode até ser, mas se cada escritório daquele falasse... O som que se ouviria naquelas ruas seria outro, sexo, sexo, sexo, sexo.
Em trabalho sempre acontecem situações de proximidade, eu tinha uma amiga e também colega de trabalho que não andava bem com o namorado, na altura eu também tinha terminado uma relação com uma pessoa que foi uma paixão, em suma os dois andávamos em baixa no amor…
Fomos fazer um trabalho de campo, isso implicava um andar com o carro e o outro a pé… Como cavalheiro, resolvi ir eu a pé e ela do carro.
Mas ela decidiu me oferecer uma carona até minha área de trabalho.
Eu estava concentrado em meu trabalho, riando gráficos e estratégias, quando minha amiga me disse o seguinte:
_Hoje faria uma loucura com você.
Pensei comigo... Vai me pagar um almoço.
Ela era uma mulher bonita, grande, coxuda, objeto de desejo de muitos homens no escritório, e pra mim ela repetiu:
_ Hoje faria uma loucura com você.

Levei aquilo na boa, brincadeira de amigos…
Nesse dia o namorado passou para vi-la buscar e ela não quis ir com o namorado, e preferiu regressar para casa comigo. Mais uma vez levei aquilo numa boa imaginando que ela teria tido uma discussão com o namorado…
Isto passou e na sexta à tarde, recebo um telefonema dela, perguntou-me se eu não queria ir passar o Sábado com ela, que o namorado não ira estar.
A casa, naquela altura, era dela e do namorado então eu resolvi, que mal faz ir até lá e fazer-lhe companhia? Estava sozinho mesmo e nada naquele dia iria mudar, aceitei como amigo.
Almoçamos nesse Sábado, ela fez o almoço, bebemos uns copos, e ficamos na conversa e a beber, ela era uma pessoa com um aspecto sério!!! Tinha um ar altivo, e ao mesmo tempo, para quem a conhecia, um ar de gostosa, de boazuda, de quem não deixava assuntos sexuais para depois.
Mas, como os copos são terríveis, (não que alterem nada, só libertam para se fazer o que sóbrios simplesmente desejamos, só que achamos que não devemos fazer, ou seja, os copos não passam de uma desculpa) começamos a falar de sexo!!!!
Claro que a conversa iria parar aí, até porque eu tinha uma enorme curiosidade em relação ao que ela poderia fazer na cama… e ela afinal não brincava quando dizia o que fazia!!!
De repente ela disse-me:
- Vamos para o quarto, lá está mais fresco, o ar condicionado me lembra nosso escritório.
Estávamos no Inverno…
Ela levantou o edredom de estampa de onça, e deitamos por baixo, e como é óbvio tocamo-nos de leve…. Trocamos um daqueles olhares e, opsssss já estava à desgraça feita!!!!
Ela pega-me um quente, molhado, corajoso, beijo na boca….
Mas a maior surpresa foi quando ela integralmente me arrebentou o botão da camisa saltou-me em cima e começou a esfregar-se no meu corpo.
Enquanto isso ela foi abrindo as calças dela, e as minhas.
Depois, afastou-se um pouco e despiu-se toda
Voltou a sentar-se em cima, e de uma vez, foi-se movimentando e rebolando em cima de mim...
O corpo dela era surpreendentemente mais interessante e excitante do que se imaginava quando ela estava vestida!!!
De repente ela para, me olha nos olhos e me diz:
_ o que você sente por mim?
Eu pensei no que responderia... E pateticamente respondi:
_ Respeito.
Ela ficou de pé na cama e me respondeu:
_ É tudo que eu não quero hoje de você, quero que me trates como uma prostituta.

Ela olhava pelo espelho assim como eu e isso dava uma excitação ainda maior.
De repente mandou-me parar e voltou-se pra mim, pediu-me que me amarra-se, e eu deixei, e gostei.
Pediu-me que dessas tapas em sua cara e nádegas.
E eu mais uma vez assim obedeci
Ficamos ali a olhar um para os outros extasiados…
Pensei na reação dos meus amigos de trabalho, se pudessem ver aquela cena que havia se instalado ali, eu, o nerd do escritório, e ela, a mulher concentrada, séria, mas que usava micro calcinhas que era impossível não repará-las, ou imaginá-las.
Pensei que havia feito o melhor dos negócios, que dali em diante, faríamos sexo, na garagem do prédio, nas horas extras, nas happy ours e em todos os momentos de folga.
Mas no dia seguinte ela me cumprimentou secamente e polidamente.
Evitou se dirigir a mim como amigo, e falou apenas assuntos de trabalho.

Acabamos por ficar assim, não nos tocamos mais, não nos sentimos mais, um dia aquilo foi me sufocando e decidi perguntar a ela, se não havia gostado, ela respondeu:
_ Ao contrário, se eu não tivesse gostado repetiria pra tirar a dúvida.
Eu era realmente um tolo, achando que aquela situação se prolongaria,comecei a imaginá-la fazendo sexo com outros homens do escritório e aquilo me matava de ciúmes.
Combinamos que nada disso se saberia no trabalho, mas acabei me abrindo para um amigo, como é óbvio, e assim aconteceu, a fofoca se espalhou, um dia fomos chamados na sala da diretoria, com a seguinte informação que rolava o assunto de assédio sexual de uma das partes.
Ela obviamente negou, e eu indaguei quase que inocentemente:
_ Assédio de quem afinal?
Olhei pra ela, minha vontade era xingá-la, não que tivesse me oferecido algo mais que sexo, mas me maltratara me dando uma noite quente e me largara na sarjeta, para meu desespero, mas reprimi minha vontade e segui em frente, meus pensamentos me traiam, eu olhava pra ela séria e pensava em gritar ao nosso chefe, ela é uma puta na cama, me usou como quis, e nem comigo direito fala mais, ela não só me assediou, mas também me usou sem dó nem piedade, mas a única coisa que fiz foi pedir licença e me retirar.
Continuamos bons Amigos.

A única coisa que mudou foi o fato de á partir desse dia, saber que minha amiga de trabalho era boa de cama, devoradora e eu... Um simples objeto descartável do seu desejo.

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Triste, mas taí, o Homem Elefante !





Este é o do cinema de 1980, o ator passava 12 horas por dia para fazer esta maquiagem!


Bom amigos e leitores, a postagem hoje é meio pesada.

Em 1980 um filme foi indicado há 8 oscars e muitos outros prêmios do cinema mundia, se chamava O homem Elefante, e contava o relato real de um médico anatomista que achara um paciente com uma doença rara que o deformava.
Na trágica história Merrick foi descoberto pelo doutor Treves sendo exibido como aberração num circo na Londres vitoriana, onde se alimenta apenas de batatas e é seguidamente espancado. Era apresentado como "a versão mais degradante do ser humano", e causava repulsa em todos que encaravam aquele corpo humano 90% deformado por uma doença de nascença que só foi diagnosticada oficialmente como "Síndrome de Proteus" em 1996, após exames no esqueleto de John Merrick (um caso grave de neurofibromatose múltipla).

Desde então nenhum caso havia sido descoberto.

Mas em 2006, na China, o chinês Huang Chuncai, também conhecido como homem elefante, está a ponto de fazer uma cirurgia que mudará a sua vida, segundo o portal Terra da Espanha. Ele tem o que é chamado de neurofibroma; um tumor, no rosto, que cresce dia a dia desde os seus 7 anos.
O corpo estranho pesa 15 quilos e impede seu crescimento físico. Pode ouvir e falar, mas muito pouco. Huang, deixou a escola aso 10 anos, vítima de chacotas, e vive recluso desde então.

Agora os médicos do hospital do câncer de Fuda em Cantão(China) vão tentar extirpar o tumor. Apesar da arriscada cirurgia, Huang está esperançoso já que este mesmo grupo de médicos realizou esta operação duas vezes com êxito. Os médicos dizem que é muito complicado dar um prognóstico acertado.

- "O tumor é muito grande e há muitos vasos sangüíneos. Isso tornará a cirurgia ainda mais complicada. Se não conseguirmos estancar o sangramento durante a intervenção, Huang morrerá."

Mas Huang está determinado em seguir adiante. Em 31 anos, ele disse que nunca teve somente um dia feliz sequer na sua vida e espera que este procedimento mude tudo isto para sempre.

É muito triste mas é verdade, sei que não sou muito de correntes de orações, ou mensagens de auto-ajuda mas é uma história que devemos tomar para nossa vida, quando nos lastimamos com pequenos e ridículos defeitos em nossa aparencia física, quando temos uma barriguinha, uma celulitezinha, uma pinta que não queríamos, uma manchinha mais clara, dentes tortos que muitas das vezes nem rimos em fotografias.

Agora acorda todos os dias e se vê desta forma???

Chupa esta manga agora!

Vamos que vamos e torcendo pra nosso amiguinho aí ter sucesso em sua cirurgia!



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Além do prazer de podermos levar nossa imaginação ao infinito mundo do faz de contas infantil, iremos estar selecionando os contos com carinho e atenção para que se torne uma obra inesquecível!

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Lâmpião- bandido amado por alguns e odiado por outros!



Virgolino nasceu no dia 07 de Julho de 1897, no Sítio Passagem das Pedras, na Serra Vermelha, atual Serra Talhada. Seus pais eram José Ferreira e Maria Sulena da Purificação.

O bando do mais temido dos cangaceiros, entrava cantando nas cidades e vilarejos. Com chapelões em forma de meia lua ricamente ornamentados com moedas de ouro e prata e roupas de couro, os bandidos chegavam a pé e pediam dinheiro, comida e apoio. Se a população negasse, a cantiga cedia lugar à marcha fúnebre: crianças eram seqüestradas, mulheres violentadas e homens, rasgados a punhal. Mas, caso os pedidos fossem atendidos, Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, organizava um baile e distribuía esmolas.

Na manhã seguinte, antes que os soldados da volante viessem, o bando partia em fila indiana, todos pisando na mesma pegada. O último ia de costas, apagando o rastro com uma folhagem.

Foi assim por quase três décadas. Vagando por sete Estados, Virgolino semeava terror e morte no sertão. O fracasso das operações preparadas para capturá-lo e as recompensas oferecidas a quem o matasse só aumentaram a sua fama. Admirado pela sua valentia, o facínora acabou convertido em herói. Em 1931, o jornal New York Times chegou a apresentá-lo como um ROBIN HOOD DA CAATINGA, que roubava dos ricos para dar aos pobres. O próprio Lampião, era tão vaidoso, a ponto de só usar perfume francês e de distribuir cartões de visita com sua foto. Gostava também, de entrar nos povoados atirando moedas.

Fisicamente, Lampião era um homem de 1,70 m de altura, amulatado, corpulento e cego de um olho. Adorava adornar seus dedos com anéis e usava no pescoço lenços de cores berrantes, preso por valioso anel de doutor em Direito.

Era, porém, um bandido sanguinário. Durante suas andanças, arrancou olhos, cortou línguas, e decepou orelhas. Castrou um homem dizendo que ele precisava engordar. Moças que usassem cabelos ou vestidos curtos ele punia marcando o rosto a ferro quente. Em Bonito de Santa Fé, em 1923, deu início ao estupro coletivo da mulher do delegado. Vinte e cinco homens participaram da violação.

A sua sanha assassina foi despertada em 1915. Virgolino contava com 18 anos quando um coronel inimigo encomendou a morte de seus pais.

- "Vou matar até morrer" - prometeu ele, cheio de ódio e desejo de vingança.

Alistou-se em um bando de cangaceiros e foi logo promovido a líder. Envolveu-se em cerca de 200 combates com as "volantes", que resultaram em um milhar de mortes. As "volantes" eram constituídas de "cabras" ou "capangas" que eram familiarizados com o sertão. Elas acabaram tornando-se mais temidas pela população do que os próprios cangaceiros, pois além de se utilizarem da violência, possuíam o respaldo do governo.

O célebre apelido, recebeu depois de iluminar a noite com tiros de espingarda para que um companheiro achasse um cigarro.

Em 28 de julho de 1938 chega ao fim a trajetória do mais popular cangaçeiro do Brasil, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, foi morto na Grota do Angico, interior de Sergipe, dos 39 membros do bando de Lampião 11 morreram e os restantes fujiram, o primeiro a ser abatido foi Lampião e logo a seguir sua companheira Maria Bonita, os outros 9 membros do bando foram abatidos logo a seguir e suas cabeças foram cortadas e andaram em exposição por todo o nordeste do brasil.... Lampião foi por sua intelegência e destreza amado por uns e odiado por outros e até hoje é considerado o Rei do Cangaço....
A Volante do Tenente João Bezerra, numa emboscada feita na Grota do Angico, mata Lampião, Maria Bonita e parte do seu bando, as suas cabeças são cortadas e expostas em praça pública, Lampião e o cangaço tornaram-se nacionalmente conheçidos, seus feitos têm sido frequentemente temas de romancistas, poetas, historiadores e cineastas e fonte de inspiração para manifestações da cultura popular nordestina, principalmente literatura de cordel ... A morte de Lampião só foi possível após um coiteiro, Antonio da Piçarra, a troco da recompensa e perdão da justiça informou às Volantes onde eram os esconderijos de Lampião, foi assim que Lampião foi apanhado de surpresa e morto na hora.

E quando ouvimos estas histórias não sabemos se o simples fato de ter perdido os pais prematuramente fez com que mudasse sua conduta, sendo apenas mais uma vítima da sociedade, ou se seu instito assassinoa até então adormecido simplesmente acordou!

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Nos acertos começam os erros?

Na hora de acertar, nosso maior medo no acerto é ter certeza que não é um erro, isso tudo é muito confuso, principalmente quando achamos que já erramos demais e que nosso tempo de acertar está terminando.
Hoje sentada sozinha com meus pensamentos, tento analizar meus erros e reflito que todos eles começaram de um acerto...Por que em nossa vida os acertos são passageiros e os erros são eternos? São como se fossem fardos pesados em nossa alma que devem ser carregados em toda nossa exitencia.
Quando nos frustramos com algo, está lá o nosso erro nos lembrando que o nosso acerto poderia ser diferente.
Olhar as portas da vida e perceber que o que sai, é o que um dia você permitiu que entrasse.
Páro pra pensar em livre arbítrio e por que só nos damos conta dele quando bate a dor do arrependimento de ter feito a escolha errada?
Olhamos as fotografias de um passado não tão distante,e percebemos que os erros um dia foram ótimos e felizes acertos.
Temos em nossas vidas relações pessoais que podem ser emocionais ou não, que são acertos enquanto nada se cobra, enquanto nada se promete, enquantoo nada se espera,e percebemos que começam a ser erros quando descobrimos que é feita em cima de nada.
Hoje você parte,sabe deus pra onde,E amanhã sou eu que vou.
E a morte? Quer erro mais incompreensível que a morte?
A morte não deveria existir...
Tira o foco, mostra as falhas.
Quando vemos uma morte prematura sem um prévio anúncio, muitas das vezes de pessoas muito mais saudáveis do que nós, paramos para avaliar nossa vida e a pergunta que fica é: Será que erramos em deixar de viver pra pensar no que é certo e no que é errado? Muitas vezes uma pessoa morre das mãos de um deliquente que um dia foi um erro, e depois virou um acerto e depois voltou a ser um erro.E o certinho que nunca sentou em um domingo com a família para comer uma deliciosa costeleta de porco por temer ter um infarto,morre do nada!E o errado de cometer esse delicioso abuso gastronômico, hoje é o certo pois está vivo.E o saudável que se levassem mais cinco minutos amarrando o caro tênis que levou á sua morte em um assalto banal, passa a ser o errado.

Hoje em minha solidão, vejo seus vestígios em minha vida, fatos que me lembram você, sorrisos dados, lençóis amassados, fotografia e marcas de alimentos que nunca mais serão comprados, por que eram preferencias suas e de lugares que certamente não vou querer mais ir.
Os móveis não estão mais da mesma maneira, mas lá está sua lembrança a me perseguir.
E o pior de tudo é que um dia, você foi meu acerto, e hoje, quando se coloca há 2 metros de distãncia pra falar comigo e olhando para trás pecebo que não passou de mais um erro.
E a angústia que me dá, não é pensar que um dia não vou voltar á acertar, é pensar que um dia posso voltar a errar, e os sentimentos se confundem sem clareza, e me pego no ostracismo do medo.
Não é o medo de não amar, por que amor eu tenho de sobra.
Não é o medo de sofrer, por que sofrimentos são cotidianos em preto e branco,
É simplesmente o medo de perceber que estou muito longe de aprender a escolher.
O certo e o errado.
O doce e o amargo.
O Ying e o Yang.
O seguro ou o simplesmente apaixonante(como você foi um dia!).
E nessa mandala vital, aonde os planetas todos os dias mudam sua órbita.
Vou vivendo, revirando gavetas, espantando fantasmas,conhecendo perfumes, errando sem querer errar, e acertando sem querer acertar!

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