Civilização perdida de Atlântida: mito ou verdade ?


Atlântida mito ou verdade ?



Caros leitores, falar sobre a civilização perdida de Atlântida, é bastante complicado, uma história cheia de mistérios, de teorias e de suposições, não confirmadas, sobre uma civilização avançada que viveu na terra há séculos e foi totalmente destruída em uma única noite.



A cidade sumiu, a ilha desapareceu, mas não houve notícias, lendas. histórias sobre nenhum sobrevivente e tão pouco sobre crpos sem vida, fazendo de Atlântida um dos maiores mistérios da humanidade.

Na verdade a história de Atlântida, ricamente ilustrada pela imaginação de Platão, citada em diálogos , sempre gerou muita dúvida, mas sempre deixou as civilizações que vieram com a pulga atrás da orelha.

Segundo o historiador grego, Sólon, um aventureiro, no curso das suas viagens pelo Egito, questiona um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo e que este lhe fala de umas tradições ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre os atenienses e o povo de Atlântida. Segundo o sacerdote, o povo de Atlantis viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava.

Se formos nos basear na lenda contada por Platão, teremos explicações mitológicas envolvendo deuses e aspectos da natureza, se formos nos basear na teoria ufológica, teremos uma cidade super avançada, que ultrapassou os limites do progresso, criando uma cúpula onde seria possível sobreviver no mundo subaquático, se formos nos basear na realidade das mudanças que nosso planeta sofre e já sofreu, é mais que possível, que tenha existido , uma civilização avançada e esta tenha sucumbido diante de uma catástrofe natural, como, aconteceu com muitas civilizações no decorrer da história, leiam uma postagem antiga aqui no blog http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1261602755326583605&postID=4331128745805006270





 sobre a civilização de Pompéia que teve toda sua população dizimada em uma única noite, pela fúria do Vulcão Vesúvio, e os corpos foram conservados sob a lava vulcânica e assim mumificados, então, podemos crer que realmente tenha existido a civilização de Atlântida.

Alguns dizem que ficava na mais misteriosa ainda região das bermudas, chamada de Triângulo das bermudas, ou triângulo do Diabo, enfim, várias informações e teorias que cientificamente podem ser possíveis, me levaram a criar um romance, com base científica sobre a possibilidade da existência de Atlântida e sua civilização no fundo do mar.

Santis é um exímio mergulhador Porto Riquenho,e após o Tsunami do Haiti, sofre um grave acidente durante um dos mergulhos e acaba descobrindo o segredo da civilização perdida de Atlântida, um livro emocionante e inteligente, onde ficção e realidade se misturam em uma história contemporânea, em que , o poder , a curiosidade, a tecnologia e os limites da raça humana são testados a todo tempo, além de ser muito complexo na chamada ambientalista de salvação do nosso planeta.

Leia, apaixone-se e encante-se com " O Regresso de Atlântida" Lançamento dia 20 de agosto no Teatro Municipal de Cabo Frio e dia 11 de setembro na Bienal do Rio de Janeiro.

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Visite o blog do livro e leia o primeiro e o segundo capítulo do livro http://oregressodeatlantida.blogspot.com/.








Vamos que vamos!





Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil. Sabe-se que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo . A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groelândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos. A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.


Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de "Os Filhos de Belial". Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de "As Crianças da Lei Um", era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam "As Crianças da Lei Um" porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um. Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entraram em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica. Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.

Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram  de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemurios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano. Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul. 

Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas como o poder denigre o caráter daquele que não está devidamente preparado para possuí-lo, então a civilização começou a ruir. Eles começaram a separar o desenvolvimento espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos gens eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças puras. Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através de sistemas de castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de espécies animais detentoras de determinadas capacidades. Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram  criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas. Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade.
Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de "Vril", sob as quais não tiveram condições de controla-la, resultando disso a destruição final da Atlântida, que submergiu em uma noite. Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas temos que ver que a tecnologia deles eram muito mais avançadas do que a nossa, e que o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, pois se formos vê os cristais estão em tudo com o avanço tecnológico, um computador é formado basicamente de cristais e o laser é feito a parti de cristais. Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a civilização egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta.
Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio? Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história. Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados. O como foram construídos as pirâmides e outros monumentos até hoje é um enigma. Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível.






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4 comentários:

  1. Parabéns, Izabelle por mais um lançamento. Sem dúvida deve estar maravilhoso. Fico feliz em fazer parte das suas antologias. Seu trabalho está cada vez melhor.
    Parabéns!

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  2. Depois de ler esse livro em primeira mão, eu recomendo! Meu preferido =) Beijoca mamãe, sucesssso

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  3. Bom dia!
    Um assunto que vai além das lendas e mitos e deveras interessante!
    abraços

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  4. O que sabe a ciência realmente sobre a idade da Terra, do Sol e da Lua? Que sabe, sobre a idade do Homem? Apenas hipóteses. Há uma tradição no Iran que diz que, antes da criação de Adão, viveram na Terra duas raças: os Devs, que reinaram sete mil anos e os Peris (Izeds), que só reinaram 2.000 anos. Os Devs eram gigantes fortes e malvados, que por abusar do poder criador, degradando o dom divino, a lei do Karma o modificou de modo gradual fisiológica, moral e física, em lugar de ser o rei saudável da criação animal, o homem se converteu no mais bestial de todos os animais. Um dom apressado pelos Senhores da Sabedoria, que derramaram sobre o Manas humano o fresco rocio de seu espírito e essência. o Divino Titã sofreu em vão. Tendo dotado o homem com sabedoria e não tendo modificado o aspecto inferior de Manas do animal (Kâma), em lugar de uma mente desenvolvida imaculada, primeiro dom do céu, criou-se o eterno abutre do desejo insatisfeito, até o dia em que Prometeu seja posto em liberdade por seu libertador Hermes.

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