Conheça o Projeto Joana que combate o tráfico e a violência doméstica contra brasileiras na Holanda

Projeto Joana combate o tráfico e a violência doméstica contra brasileiras na Holanda
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Era 2006. A jovem brasileira Joana havia sido traficada para a Holanda e trabalhava como dançarina numa boate. Trancafiada no local, Joana morreu num incêndio. Em homenagem a ela e para enfrentar o tráfico e a violência doméstica contra brasileiras na Holanda, a ONG Casa Brasil Holanda desenvolve o projeto Joana há três anos, com o patrocínio da agência holandesa de cooperação internacional, Cordaid.No Brasil, o projeto está sendo apresentado em várias cidades pela presidente da Casa Brasil Holanda, Mara Parrela, numa jornada que começou ontem (26) e vai até o dia cinco de maio. Ela promove rodas de conversa sobre o tema e exibe o vídeo da campanha Brasileira não é souvenir exótico, lançado em 2009, com depoimentos de brasileiras que vivem na Holanda.

Mara explica que o objetivo do projeto é auxiliar as minorias exploradas. Ela alerta que não apenas brasileiras, mas também homens são explorados na Holanda. "Em relação à América Latina, o Brasil está sempre no topo dos que mandam imigrantes para a Holanda", informa.
Dentre os motivos para a imigração, ela apontou, em primeiro lugar, o "romantismo". "Eu recebi uma informação do consulado brasileiro de que a média de casamentos de brasileiras com holandeses é de sete por mês. É muita coisa", comenta. Em segundo lugar vem o sonho de uma vida melhor no exterior, com um emprego supostamente mais rentável.
Com isso, a violência doméstica seria o maior risco atualmente, apresentando um número crescente de casos nos últimos três anos. "Hoje, muitas brasileiras estão casadas, têm filhos. A mulher fica vulnerável: está num país onde não conhece ninguém, tem um filho com o marido. Quando sofre a violência, passa por humilhações para não se separar da criança", conta. Devido ao entendimento diferente da lei holandesa e da brasileira sobre a guarda dos filhos, muitas mães são forçadas a permanecer no país.
No tocante ao tráfico de brasileiros, Mara afirma que houve uma intensificação do na década de 1990, a partir da globalização, da internet e dos os vôos charters. Entretanto, houve uma diminuição do crime, recentemente. Ela citou os dados da organização holandesa CoMensha, que registrou duas ocorrências neste ano. "Mas a gente acha que pode haver mais casos", advertiu, explicando que, por vezes, as denúncias de tráfico não são feitas.
Caso a mulher deseje, uma das maneiras de retornar ao Brasil é participar do programa Retorno sob medida. Promovido pelo parlamento europeu, concede microcrédito às mulheres que queiram voltar ao país, porém, elas devem ter um projeto para empreender na terra natal.
Mara aproveita a vinda ao Brasil para visitar mulheres que conseguiram retornar ao país com a ajuda da ONG e também recolhe depoimentos para o vídeo da próxima campanha do projeto, Caminho de volta, sobre o retorno (voluntário ou não) após uma experiência no exterior diferente da esperada.
Para assistir ao vídeo da campanha Brasileira não é souvenir exótico, acesse:http://www.casabrasilholanda.nl/

Casa Brasil Holanda

Criada por brasileiros em 1997, com sede na cidade de Dordrecht, a Casa Brasil Holanda seria um espaço de integração entre brasileiros que moram nos Países Baixos. Porém, em pouco tempo transformou-se num espaço que, além da integração, propicia apoio psicológico e jurídico aos brasileiros, por meio do trabalho de voluntários.
A ONG também trabalha em parceria com a Organização Internacional das Migrações (OIM), que financia a volta de repatriados - dentre os quais muitos brasileiros - e mantém parceria com o Consulado Brasileiro.

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IMPORTANTE LEIAM ESTE ANUNCIO -OPORTUNIDADE IMPERDÍVEL - ENVIE SEU LIVRO PARA A BOOK EXPO NEW YORK ATRAVÉS DA LITERARTE.

Estimados associados, estaremos com um stand dos dias 4 á 9 de junho de 2012, na Book Expo New York a maior feira de livros dos Estados Unidos, como a comunidade brasileira é muito  grande, e nosso trabalho de divulgar nossos livros vem sendo muito bem aceito pelos consulados e associações, fomos autorizados a levar livros em lingua portuguesa  para nosso stand, é claro, que não podemos levar sem nenhum custo para o associado pois pagamos além do excedente de peso no avião, pagamos  o envio dos mesmos pelos correios e os impostos ao estado de New York conforme contrato assinado com os organizadores da feira.
Poderemos levar de cada associado representado até 10 exemplares de livros, por título, que tenham ISBN, sendo que dois desses exemplares serão destinados a doação no Brazilian Civic Center e na Biblioteca Brasileira de New York.
Gostaríamos de levar todos os títulos possíveis, mas, teremos uma cota de titulos a pedidos da organização da feira, então só poderemos levar até 10 livros de cada autor, cientes que 8 livros serão para a venda e 2 livros para doação (Apenas de um titulo) o autor que desejar levar mais de 1 titulo deverá efetuar o pagamento de duas cotas e enviar 10 livros de cada.
O Brasil está em grande evidência no exterior, e temos certeza do sucesso do nosso stand na feira, mas, não temos muito tempo, todo o material precisa ser catalogado na feira, e registrado aos tributos do estado de New York, levaremos também livros que sejam editados em inglês.
As cotas são para autores que não estarão presentes e não agendarão lançamentos, os autores que desejarem fazer lançamentos devem entrar em contato comigo pelo email diretoria@grupoliterarte.com.br , pois precisaremos de numero de passaporte entre outras informações importantes.
Valores para levarmos os livros já editados (mesmo que por outras editoras)
Até 50 páginas = R$ 150,00 (Por titulo) 
Até 100 páginas = R$ 200,00 (Por titulo)
Até 200 páginas= R$ 250,00 (Por titulo)
Acima de 201 páginas= R$ 300,00 (Por titulo)


Os autores que já tiverem livros conosco em nossa livraria poderão autorizar o envio dos mesmos, ( após apresentação do comprovante de transporte)
Esta é uma oportunidade única de exposição do seu trabalho, mas infelizmente temos que respeitar uma cota de título portanto só poderemos levar 20 titulos desta forma, os demais terão que ser editados pela Literarte.
Caso tenha interesse basta enviar o comprovante de pagamento efetuado na conta de nossa associação que é banco Itau ag 8595 conta 24211-9 (Associação Internacional de escritores e artistas), enviar uma declaração que está enviando exemplares de livros para doação, discriminar o nome do livro, nome do autor, seu RG e número de páginas e ISBN do mesmo, pois iremos trazer um certificado das doações da Biblioteca, o pagamento e confirmação da participação deverão ser efetuados até o dia 10 de abril, os livros deverão ser enviados para  a literarte no endereço

Literarte - Associação Internacional de escritores e Artistas.
AC de BOOK EXPO NEW YORK
Av.Nilo Peçanha, 360 loja 6
Centro- Cabo Frio
Todos os livros serão fotografados na feira para suas divulgações pessoais.
Enviem os livros juntamente com a declaração, (Quem tiver o livro em nossa loja,pode escanear a autorização) os demais podem enviar pelos correios.
LEMBRANDO : A TAXA É POR TITULO E PELO NÚMERO DE PÁGINAS, FIQUEM ATENTOS A TABELA.
Após o pagamento, enviem o comprovante para financeiro2@grupoliterarte.com.br, confirmem a participação somente após o pagamento pois o número de titulos é muito limitado (20) e não poderemos segurar vagas.


Atenciosamente,


EQUIPE LITERARTE.

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A Literarte visitou nos ultimos dias Bruxelas na Bélgica e Luxemburgo, fazendo doações de livros e estreitando laços culturais.

Além de empossarmos como conselheira a criadora da Bienal de Artes Brasileiras em Bruxelas a artista plástica e escritora,a pernambucana Maria Inês Olude, firmamos parceria para a Bienal de Bruxelas que acontecerá em 2013 e já está sendo super comentada no meio cultural internacional, que terá o tema escravidão, e a Literarte estará apoiando e participando com nossos artistas como sempre fazemos, mostrando força e união entre nossos associados, fiquem atentos as futuras informações para que possam organizar-se para estarem presentes, a Bélgica é um país lindo, cheio de histórias lindas que nos encantou , assim como seu vizinho Luxemburgo , um exemplo de cidade organizada.
                                                (Conhecemos este rapaz da Costa do Marfim, que nos ajudou a encontrar a escola dos muçulmanos, disse que amava ler, falava francês e Portugues e ganhou um livro de Jô Mendonça Alcoforado, e vamos que vamos!)



                                                            (Não é brinquedo não hein?)

                                                             Luxemburgo
Visitamos uma associação de cultura muçulmana , onde visitamos uma classe escolar que aprende o francês onde doamos os livros "Historias para você dormir " entre outros, para os professores que estavam aberttos a conhecerem nossa cultura e informações de nossos autores, um trabalho maravilhoso, confesso que já estamos meio "descadeiradas" com tantas malas de livros de um lado para o outro, mas, nessas andanças, temos encontrado além de brasileiros maravilhosos, pessoas de diversas outras nacionalidades prontas para nos receber e divulgar nossa literatura e receber nossas artes plásticas.






Conhecendo um pouco mais de nossa nova conselheira Maria Inês Olude
A artista plástica brasileira Inêz Oludé da Silva não estimula sonhos românticos para os compatriotas sobre a vida dos imigrantes brasileiros na Europa. Segundo ela, os problemas de idioma e de informação são alguns dos principais desafios, para os brasileiros na Bélgica. Ela reside naquele país há 32 anos, depois de ter sido exilada no Chile e presa na Argentina, no tempo da ditadura militar.


“Tem o problema da língua e do mercado de trabalho, que está fechado. Não tem trabalho nem para os belgas”, disse a pernambucana em entrevista à Agência Brasil, no Rio de Janeiro. Ele é professora de francês no país onde acaba de pedir a nacionalidade.


Além disso, grande parte dos brasileiros que viaja para tentar a sorte no exterior ou tem pouco estudo ou é analfabeta em seu próprio idioma, o português, e não consegue aprender o francês, destacou Oludé. Por isso, os imigrantes brasileiros passam dificuldades financeiras e até fome, além de acabar apresentando problemas psicológicos graves. “Eu fico com muita pena, porque eu fui do exílio e sei como é. Mas, eu tive um bom exílio, claro, porque tinha uma cultura e história diferentes. Mas eles chegam sem preparação e a gente fica muito triste”.


Segundo a artista plástica, as famílias dos brasileiros de pouca instrução que procuram a Bélgica para trabalhar acabam se desestruturando. Muitos vivem em porões, que Inêz Oludé comparou a “navios negreiros”. Sem querer criar polêmicas, conforme assegurou, ela indicou que os brasileiros são explorados também por seitas religiosas, às quais dão dinheiro em troca de falsas promessas de trabalho.


Os imigrantes brasileiros na Bélgica ocupam em sua grande maioria empregos subalternos na construção civil e como empregados domésticos. “E às vezes trabalham dois, três meses, e não são pagos”, acusou Oludé, que em diversas ocasiões tem atuado como defensora de compatriotas junto a empresas estrangeiras.


Ela informou que embora na Bélgica o atendimento à saúde na rede hospitalar seja garantido por lei a todos os cidadãos, os brasileiros que estão ilegais no país, e que formam a grande maioria acabam acumulando dívidas. Oludé ressaltou que o governo da Bélgica está endurecendo a política de repatriação de imigrantes irregulares. “Tem gente que vai presa, algemada. E eles ficam se sentindo muito mal”.


A artista pernambucana não acalenta muita esperança de melhoria, diante da nova Lei de Imigração da União Européia. “Eu acho que vai fechar ainda mais. Vai ficar difícil. É uma armadilha porque, inclusive, quando o brasileiro chega lá, eles não dão mais carimbo no passaporte, que é para ele não poder provar que está no país há tempos”.


Inêz suspeita, inclusive, que existe tráfico de brasileiros, uma vez que a maioria deles sai das mesmas cidades de Goiás e de Minas Gerais. A suspeita da artista decorre do fato de haver atualmente em Bruxelas cerca de três mil canteiros de obras com trabalhadores clandestinos. “Por isso é que a gente vê que existe um tráfico. Porque existe a necessidade de ter mão-de-obra barata, que não vai ter aposentadoria, nem os demais benefícios do mercado de trabalho”.


Paralelamente a sua atividade como professora, Inês desenvolve um trabalho de preservação da identidade e da cultura brasileiras na Bélgica. Em setembro do ano passado, ela realizou com apoio da Embaixada do Brasil naquele país a 1ª Bienal de Artes Brasileiras em Bruxelas. Agora, ela se dedica a organizar a segunda edição do evento, no próximo ano. Para ela, a cultura significa “o visto de entrada” dos brasileiros em todo o mundo.


“O europeu vem para o Brasil atrás da nossa cultura. Ele quer a nossa cultura, nossa música, nossa dança, nossa feijoada, nossas praias, nossa maneira de viver. Então, temos que preservar essa diversidade”. A Bienal de Artes Brasileiras de Bruxelas serve para mostrar que “nós somos exportadores de cultura. Não viemos lá pegar o trabalho deles, mas sim ajudar essa sociedade a crescer”.


Inêz Oludé reivindica apoio do governo brasileiro para a Bienal de Artes, porque os editais de cultura disponibilizados no país se destinam a brasileiros residentes no Brasil e não no exterior. Ela destacou também a necessidade de que o governo firme um acordo bilateral com a Bélgica, na área da cultura, uma vez que aquele país é considerado a capital da Europa.


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Na noite do dia 13 de março de 2011, a presidente da Literarte , a diretora de marketing Izabelle Valladares e duas conselheiras Betty Silberstein e Déia Donadom Leal, receberam em Paris- França, a Homenagem das altas Insignias na Cerimônia Solene de outorgas da Academie du Mérite et Dévouement Français, em um espaço lindo e histórico o Circle Republican, além das citadas artistas citadas acima, alguns associados estiveram presentes no evento e abrilhantaram ainda mais a noite cercada de glamour e abraços carinhosos.
A NOITE FOI MARCADA POR REENCONTROS E MUITA EMOÇÃO, A LITERARTE AGRADECE EM NOME DE TODOS OS ASSOCIADOS QUE PUDERAM ESTAR PRESENTES E FORAM INDICADOS PARA ESTA SOLENIDADE, A EMBAIXADORA DIVA PAVESI QUE NOS PROPORCIONOU UMA NOITE LINDA E "TRÈS CHIC", e que no próximo ano, nosso grupo seja ainda maior.















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HISTÓRIAS PARA VOCÊ DORMIR 4

Histórias Para Você Dormir 4 

Antologia que vem rompendo barreiras linguísticas e já está respeitada no mercado internacional.


 Estamos recebendo e selecionando textos (Até 2 páginas) , direcionado ao primeiro leitor (04 a 08 anos).Serão poucos selecionados para todo o Brasil, estamos dando preferência a textos sobre animais , fábulas de princesas e bruxinhas , chamadas ambientais e esportes. 

O livro será bilingue, ilustrado por Danilo Marques e lançado no Brasil no Evento da Literarte em Petrópolis e na feira de New York.

A data limite para envio dos textos é dia 15 de abril, os resultados sairão na primeira semana seguinte. O valor de participação é de R$ 600 reais cada autor recebe 10 exemplares bilíngues.


O lançamento será no mês de junho na cidade de New York (EUA), e em julho na cidade de Petrópolis- RJ
LEIA O REGULAMENTO:




Envio dos textos para: 

  • merari_ta@msn.com e literarte@grupoliterarte.com.br

ATT.
Merari Tavares
           

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