Conhecendo Lisboa- Portugal

 Viajar a Lisboa é como visitar nossas raízes. Vemos pessoas que nos lembram brasileiros por toda a parte.

Atravessar um oceano, em uma viagem no tempo que nos remete a colonização brasileira e simpaticamente ao nosso passado.
Saber que viajamos tanto e chegarmos em uma terra que fala a nossa língua é simplesmente encantador,mas,  ao mesmo tempo Lisboa ostenta orgulhosa todo o desenvolvimento ocorrido nos últimos anos, principalmente depois da adesão ao mercado comum europeu, e logo vemos que sim, apesar da mesma língua, isto é Europa.

A moeda utilizada por lá é o Euro.

Nesta foto estou recebendo uma premiação, a viagem prometia muitas coisas maravilhosas. 
Esquerda para a direita:
Pilar Del Rio, Esposa de José Saramago 
Diva Pavesi : Presidente da Divine Academie Francesa
Maria Barrozo : Ex -primeira Dama de Portugal 
E Euzinha: Uhhhhhh! 


Andar de Metrô em Portugal é barato e muito fácil, a passagem de 1 dia custa em média 4 Euros, e como falamos a língua basta pedir informações, apesar da fama de grosseiros, são gentis e amáveis, colocando os Franceses (estes sim...grosseiros) no Chinelo. 

Conhecer Lisboa deve começar de cima, como o apelido de Cidade das 7 colinas, vemos ao alto da cidade o imponente Castelo de São Jorge, uma visita linda que permite ver toda Lisboa e seus telhadinhos. 
O Castelo de São Jorge,  tem localização privilegiada, pois permite ver toda cidade a seus pés.






Não é difícil se orientar em Lisboa. O centro, região que concentra as principais atrações turísticas tem ao sul as águas do Tejo. Como que repartindo a cidade em leste e oeste existe um eixo imaginário, que partindo do rio, atravessa a Cidade Baixa, segue pela rua Augusta, praça do Rossio, Av. da Liberdade e chega à Praça do Marques do Pombal. Com cerca de quatro quilômetros, este eixo imaginário divide a cidade em leste (onde estão os bairros de Estefânia, Alfama e Graça) e oeste (Bairro Alto, Amoreiras, Lapa).






Visitar a torre de Belém e comer os famosos pastéis de Belém é parada obrigatória! 

Um dos monumentos mais importantes de Lisboa, a Torre de Belém não pode ficar de fora de nenhum roteiro turístico. Está situada à oeste do centro, e a forma mais divertida de chegar lá e pegando um dos bondes (elétricos) que passam pela Cidade Baixa. Sua origem remonta ao século 15, quando integrava o projeto defensivo da cidade, construído ao longo do Tejo, mas a construção só foi efetivamente iniciada em 1514, sob o reinado de D. Manuel I. Com o tempo a torre deixou de ter função defensiva e desempenhou diferentes atribuições, como posto telegráfico, farol de sinalização, prisão e alfândega. O estilo da torre é nitidamente oriental e reflete a influência da dominação moura na península ibérica, acrescida de elementos arquitetônicos característicos do período Manuelino. A Torre de Belém está aberta para visitação dentro de determinados horários, e em seu interior podem ser apreciados a Sala do Governador, dos Reis, de Audiências, Capela e Terraço.







Ao lado da Torre de Belém, você pode fazer um passeio de barco que custa 20 euros.




Comendo em Lisboa:
Atenção, ao contrário de muitos outros lugares o couvert que colocam na Mesa é cobrado e em alguns lugares muito bem cobrado, portanto, atenção dobrada, chegaram a cobrar 7 euros por pessoa em um restaurante que fomos, aliás, nos achamos roubados no mesmo.
O que consiste o Couvert:
Pão, manteiga, patê de sardinha (delicioso) e em alguns casos um cream cheese, os Vinhos do Porto são maravilhosos, adocicados e fortes, mas cuidado com os precinhos, há vinhos e vinhos, uma taça pode custar entre 3 euros (11 reais) até 50 euros, é bom pesquisar.
O Ideal é evitar os restaurantes nas grandes áreas turísticas, mas, se não tiver jeito, na saído metrô Rossio, tem o restaurante Suiça , que serve pratos à la carte deliciosos
Na área do Chiado, indico o restaurante Fábulas, que tem ares medievais, e é maravilhoso.
Comer bacalhau em Portugal é diferente de comer aqui no Brasil, aqui os restaurantes capricham o máximo, pois o Bacalhau aqui é o artigo de luxo da casa, lá, não funciona desta forma, como tem bacalhau em todo lugar, interpretam como se estivessem servindo um bifinho com batata frita, e nem todos capricham no prato, na última viagem, comi um bacalhau, com ovos, desfiado e putzzzzzzzzz, passei muito mal, quase troquei meu voo que era no dia seguinte, pois achava que seria impossível me recuperar.




Chique, sendo entrevistada na Globo de Portugal!




Visitando a Praça do Comércio (Terreiro do Paço) Mosteiro dos Jerônimos 



A Praça do Comércio é considerada a sala de visitas de Lisboa. Mede 4 hectares
e tem 86 arcos. Mas nem sempre foi como nós a conhecemos.
 Aquilo que hoje é chão firme, há muitos anos, era uma praia com areia e lodo.
O rio inundava as ruas da cidade com muita frequência. Havia cais onde ancoravam
os barcos. Era assim, em 1147, quando as tropas de Afonso Henriques tomaram
Lisboa aos mouros.
Na época dos Descobrimentos, ali chegaram os carregamentos de especiarias e
outros produtos provenientes das rotas da epopeia marítima. A praça foi tendo cada
vez maior importância comercial. Daí o nome de Praça do Comércio.
Aos poucos, e com o aumento de casas comerciais, a areia e o lodo da praia
foram substituídos por terra firme. Grande parte dos nomes das ruas próximas da
Praça do Comércio diz respeito aos ofícios ou aos materiais que, em tempos, se
praticaram ou circularam nelas: Rua dos Sapateiros, Rua da Prata, Rua do Ouro…
Ali também viveram reis e rainhas. Foi o rei D. Manuel I que resolveu deslocar a
residência real para junto do rio. Mandou construir o Palácio da Ribeira. Foi nesta
época que o local passou a chamar-se Terreiro do Paço. Mas, em 1755, o grande
terramoto de Lisboa, destruiu o Palácio e a maioria das casas que existiam na Baixa
lisboeta. O rei e a corte, com medo de um novo terramoto, passaram a viver na
Ajuda.






Ninguém pode ir a Lisboa e deixar de visitar o belíssimo Mosteiro dos Jerónimos. Sua construção teve início em 1501 e as obras duraram aproximadamente um século. Considerado como o apogeu da arquitetura Monuelina, o mosteiro é sem dúvida o mais belo conjunto monástico de Portugal. Está situado a uma curta caminhada do Monumento aos Descobrimentos. Destacam-se em seu interior o Claustro e os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama e Camões. O nome Mosteiro dos Jerônimos deve-se ao fato de o prédio ter sido entregue à Ordem dos Jerónimos, aqui estabelecida no ano de 1834.




O Monumento aos Descobrimentos, também conhecido como Padrão dos Descobrimentos, está situado às margens do rio Tejo e homenageia todos aqueles que enfrentaram os oceanos e deram a Portugal, na época, o controle de praticamente metade do mundo. Foi inaugurado em 1960, em referência aos quinhentos anos da morte do Infante D. Henrique, patrono das grandes conquistas marítimas de Portugal. Em sua lateral estão representados marinheiros, navegadores, cartógrafos, estudiosos e todos aqueles que contribuíram para o que passou a ser conhecido como Era dos Descobrimentos. Visto de longe o monumento tem a forma de uma gigantesca caravela com o escudo de Portugal nas laterais, tendo à frente uma figura do próprio D. Henrique, e em destaque o poeta Camões, segurando um exemplar de Os Lusíadas.
Mas o melhor de tudo é a vista que se tem de sua plataforma superior, assim não esqueça e pegar o elevador e ir até a cobertura para apreciar de cima uma vista magnífica de Lisboa.





Oceanário de Lisboa



Inaugurado durante a Expo 98, o Oceanário de Lisboa é um dos maiores aquários públicos da Europa. O Oceanário de Lisboa tem a missão de promover o conhecimento dos oceanos, sensibilizando os cidadãos para o dever da conservação do Património Natural, através da alteração dos seus comportamentos. Todos os anos, cerca de 1 milhão de pessoas percorrem a exposição do Oceanário, transformando-o no equipamento cultural mais visitado de Portugal. Alunos, professores, famílias e grupos organizados podem ainda experimentar um conjunto de actividades, desde visitas guiadas, workshops temáticos, palestras, concertos para bebés, festas de aniversário, e até passar uma noite especial lado a lado com os tubarões.

Projetado pelo arquitecto Peter Chermayeff, o Oceanário de Lisboa é composto por dois edifícios, ligados por uma ponte. O edifício principal, que alberga a exposição e está cercado por água, representa um navio pronto a zarpar. O edifício de apoio possui na sua fachada principal um painel com 55 mil azulejos, que reproduzem animais marinhos em tamanho gigante
.


Queridos tem muito mais para se conhecer em Lisboa, além da cidade em si, há algumas cidades vizinhas encantadoras, como Fátima, principalmente para os católicos e Sintra que fica bem próximo a Lisboa, já visitei 3 vezes e volto em Outubro mais uma vez, pois amo Portugal e Lisboa então...nem se fala! 
Visitando Lisboa, andar de Bonde Elétrico também é uma delícia e visitar a Igreja da Sé,, imperdível, logo ao lado da igreja, tem uma capela onde começa o Caminho de Santiago.







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