A Guilhotina foi aposentada em 1977 e por incrível que pareça foi criada por um médico, para aliviar a dor das amputações!

Isso mesmo, a Guilhotina, uma das armas mais usadas para a execução de criminosos, foi criada pelo médico Joseph Ignace Guilliotin, e por isso, recebeu esse batismo, o médico criou a Guilhotina, para aliviar a dor da serra nos pacientes que precisavam de amputação, criando uma forma rápida de extração de membros lesados, e em caso de necessidade de execução, criar uma forma mais humana de morrer, usando a Lâmina que evitava infecções devido ao corte preciso do aço, no entanto, devido ao turbulento momento da França revolucionária, logo a engenhoca foi vista como uma aliada para as execuções públicas. O inventor passou a vida , tentando desassociar seu nome da invenção e após sua morte (De causas naturais) a família do mesmo continuou tentando e não conseguindo, trocaram o sobrenome, extinguindo o mesmo das gerações descendentes.




As execuções aconteciam na famosa Place de Grève, os algozes, a mando do rei ou dos dirigentes da lei, soltavam uma alavanca que suspendia a lâmina de aço afiadíssima que "Guilhotinva" a cabeça de uma só vez.
Mas pasmem! A invenção ainda foi usada até o ano de 1977, imaginem, em 77 ainda haver execuções em praças públicas na França, estranho não?



Desde 1792, milhares de pessoas foram executadas na guilhotina, condenadas pela lei francesa. Durante grande parte do século XX, muitas vozes importantes  pediam a abolição da pena de morte, e, portanto, da guilhotina.


Em julho de 1974, Djandoubi sequestrou Elizabeth Bousquet e levou-a para a residência dele, onde, à vista das prostitutas que agenciava, agrediu fisicamente Elizabeth e a torturou com um cigarro aceso, queimando-a nos seios e na área genital. Elizabeth Bousquet sobreviveu às agressões e torturas. Sendo assim, Hamida Djandoubi levou-a de carro para os arredores de Marselha e estrangulou-la.
Após a detenção e subsequente, Djandoubi foi condenado à morte em fevereiro de 1977. Depois de vários apelos, todos julgados improcedentes, a execução foi realizada na manhã de 10 de setembro de 1977. Embora, na última hora houvesse sido feito um recurso para o próprio Presidente, naqueles anos Valéry Giscard d'Estaing , ele foi rejeitado e  a execução ocorreu. O próximo presidente, Françoise Mitterand proibiu o uso da guilhotina em 1981.



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