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Parte 1 – O primeiro assassinato da história.

Caro leitor, como foi dito em nossa apresentação, o primeiro assassino da história foi Caim, que historicamente (livro cristão), mas não comprovadamente, matou seu irmão Abel pelo motivo de ciúmes ou inveja.
Após o assassinato de Abel, muitos outros nomes apareceram para ilustrar o submundo do crime com suas barbáries, os primeiros personagens que fizeram história por sua brutalidade e incoerência social estão neste primeiro capítulo do livro.


Calígula (12 Dc – 41 Dc)


Caio Júlio César Augusto Germânio, mais conhecido como Calígula, foi um dos mais perversos imperadores romanos, além de ser responsável por muitas mortes, inclusive a de membros da nobreza, Calígula teve um período de grande prosperidade em seu império, mas, após ser acometido de grave doença, resolveu literalmente como dizemos aqui no Brasil “chutar o balde”. Então começou a matar quem tentava se impor contra seu domínio, e promover verdadeiras orgias em seu palácio, tendo até mesmo relações incestuosas com suas irmãs e relações homossexuais com alguns membros da guarda.
  Durante a sua infância (com apenas dois ou três anos), acompanhou o seu pai nas Campanhas, que este liderou ao norte da Germânia; tornando-se o mascote do exército. Aos soldados divertia-os o fato de ir vestido com um uniforme militar em miniatura que incluía botas e armadura e por isso deram-lhe o carinhoso apelido de Calígula que significava “Botinhas”. Aparentemente, o futuro imperador odiava a sua alcunha. Calígula foi assassinado por uma conspiração de governantes








Átila, o rei dos Hunos (406-453)

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Átila tornou-se rei dos hunos aos 28 anos, e era apelidado como “Praga de Deus”. Imaginem como uma pessoa pode fazer por onde, receber um apelido desses, pois é, Átila o conseguiu...
Foi um dos homens mais poderosos de seu tempo, criando um gigantesco império na Europa, suas técnicas eram dizimar aldeias e pelotões inteiros, sem misericórdia e sempre com a astúcia de uma ave de rapina.
Seu legado não o adorava como aconteceu com Leônidas, rei de Esparta, simplesmente o temia. Apesar de ter recebido o trono por nepotismo (poder recebido por laços de parentesco), e já receber um reino unificado, decidiu multiplicá-lo. Com isso, tornou-se o primeiro rei sanguinário da história.
Os historiadores contam que Átila conseguiu invadir e dizimar mais de cem grandes cidades, matando homens, mulheres e crianças. Em todas por que passava, deixava seu rastro de destruição e morte.
Sua morte tem duas versões: a primeira que ele havia morrido de uma hemorragia nasal e a segunda, que sua esposa Honória havia lhe matado com uma adaga enquanto dormia, que ainda obrigou os soldados a repetirem a história, e se Honória, tinha conseguido assassinar, o todo poderoso Átila, rei dos Hunos, não seriam os soldados que iriam contestar.

Vlad Tepes (1431-1476)

Vlad Tepes, popularmente conhecido como "Drácula", um dos mais conhecidos e retratados monstros das histórias de terror; nasceu na Transilvânia, na cidade de Sighiosara, Burgo Saxônico, entre 1430 e 1431. Acompanhava seu pai em viagens de guerra, durante toda a adolescência, vendo-o ser condecorado na ordem do dragão, todos os Dráculas, sob esse estandarte, se dedicaram ao combate aos turcos e à busca do trono  Valáquio. Foi preso juntamente com o pai e o irmão pelos turcos. O pai, logo foi liberto e os filhos ficaram. Logo em seguida, o irmão acabou simpatizando com a causa turca, o que fez com que Vlad se sentisse traído, não mais confiando em ninguém e deixando assim fortalecer sua natureza inóspita.
Em 1460, após ter saído de Subiu, ataca com 20.000 soldados valáquios matando e empalando. (Empalar era um método de tortura e execução utilizada antigamente, que consistia na inserção de uma estaca no ânus, Vagina, ou umbigo até a morte do torturado. Algumas vezes deixava-se um carvão em brasa na ponta da estaca para que, quando esta atingisse a boca do supliciado, este não morresse até algumas horas depois, de  hemorragia. Usava-se também cravar a estaca no abdômen. Nesse mesmo ano, no Dia de São Bartolomeu, 24 de agosto, empalam cerca de trinta mil pessoas na cidade de Almas. Matou cerca de 10.000 de seus antigos concidadãos.
Exterminava vilas inteiras, em alguns casos, amarrava as vítimas com as pernas abertas em cavalos e deixava que as estacas entrassem lentamente para que as vítimas morressem devagar.
Dois aspectos distintos eram visíveis na personalidade de Vlad.
Um primeiro de torturador e inquisidor, outro o de nacionalista prematuro e estadista, surpreendentemente moderno, que justifica seus atos com razões de estado. Assim podemos considerá-lo como um dos artífices da unidade Romena. O primeiro aspecto pode ser visualizado nos refinamentos de crueldade apresentados por suas torturas.
 A tradição alemã, russa e romena refere que Vlad Tepes praticava a tortura principalmente por prazer, sentenciando e executando segundo seus próprios impulsos, não respeitando nem a Igreja, nem o extermínio de famílias ou crianças. Seu método favorito foi a empalação. As estacas tinham, muitas vezes, sua ponta arredondada para que a tortura pudesse durar horas ou, às vezes, dias. A empalação por ele praticada tinha várias características de acordo com a idade, a posição social ou o sexo, sendo seu requinte tamanho, que o tornou conhecido por Vlad Tepes – Vlad o empalador. Usualmente suas vítimas eram arrumadas em círculos concêntricos, nas cercanias das cidades para que pudessem ser vistas por todos. A empalação podia ser realizada por cima – de cabeça para baixo – e por baixo – de cabeça para cima, através do coração ou através do umbigo. Utilizava cravos na cabeça, mutilação de membros, vazamento de olhos, estrangulamentos, queimaduras, corte de nariz, orelhas, órgãos sexuais, escalpamento e esfoladura, exposição aos elementos, aos animais selvagens e escaldadura.
Dessa maneira, ao se pensar em sua conduta, deve se levar em conta que esses aspectos de crueldade refletiam não somente a perseguição implacável de seus objetivos políticos e militares, mas também nela se confundiam aspectos ligados ao prazer decorrentes da aniquilação e da humilhação do outro. Ficou ainda mais sanguinário, quando sua noiva, Elisabetha, suicidou-se, saltando de uma torre, por temer a reação dos turcos que se aproximavam de Valáquia










Francisco Pizzarro (1475-1541)


Em fase não tão remota assim, surgia mais um sanguinário matador de nossa história, Francisco Pizzarro, o assolador dos povos pré-colombianos. Nascido na Espanha, filho bastardo de um valente e destemido Capitão espanhol, fora abandonado nas escadarias de uma igreja e criou porcos durante toda sua infância.
Foi responsável pelas esquadras de colonização dos incas, povo primitivo da América, recém-descoberta e subjugada por Pizzarro.
Sofria de alcoolismo e alguns historiadores chegam a citar esquizofrenia, pois Pizzarro era assombrado em sua imaginação por bestas gigantes.
Chegou ao Peru, e cordialmente solicita um jantar com o imperador Atahualpa, que assassina durante o jantar e domina os membros de sua família; abrindo caminho para a conquista da capital, Cuzco, em 1533. Em 1535 funda a cidade de Lima. Lá, manda assassinar seu parceiro Diego de Almagro, com quem se desentendera por causa da divisão dos saques, e é morto por seguidores dele.
Ferozmente dizimou o povo Inca, saqueou seu império, e espalhou o terror entre seu povo.










IVAN, O TERRÍVEL



Apelido mais que merecido, Ivan, o Terrível foi um dos fundadores da Rússia. Além de ter ordenado a morte de mais de 60 mil pessoas, enlouqueceu após a morte de sua esposa e também matou seu próprio filho com suas mãos.
Entregou-se às bebidas e aos prazeres carnais, casou-se inúmeras vezes, mas foi responsável por chacinas e pelo extermínio de várias aldeias em sua gestão política. Andava pelo palácio perdido em seus devaneios.
Seu esqueleto repousa num sarcófago na Basílica de Archangel, no Kremlin, Moscou.




















Barão de Sternberg (1886-1921)




O Barão Roman Nickolai Maximilian Von Ungern-Sternberg, pertencia a uma rica e aristocrata família alemã radicada no Báltico, foi uma das figuras mais enigmáticas do século XX: militar do Exército imperial russo, condecorado com a Cruz de São Jorge, lutou ao lado das forças 'brancas' na guerra civil que se seguiu ao triunfo da Revolução Bolchevique.
É uma autêntica e sanguinária versão do racismo contido.
O barão liderava seu exército para acabar com os comunistas e combatia-os, quando seu exército foi derrotado em uma batalha, em que os ditos “vermelhos” conseguiram alguns aliados. O Império Russo se deu por vencido e ordenou que o Barão retornasse à Rússia com seus homens, mas o Barão estava vencido, mas não convencido. Esse inconformista essencial dirigiu-se então para o Oriente, em direção à Mongólia, de que fez uma base e onde começou a organizar um Exército Heteróclito, formado por tribos mongóis, chineses, russos brancos e alguns voluntários ocidentais sob um único lema: “Morte aos Vermelhos”.
Então, a espiritualidade começou a interferir na saúde mental do Barão, que começou a criar um sincretismo imaginário entre o cristianismo, o budismo e as crenças mongóis, acabou criando uma espécie de seita e Karma, com o objetivo de acabar com a revolução vermelha que se formava: A revolução Bolchevich. Seu exército recebia ordens de matar e esquartejar suas vitimas, para que seu Karma original pudesse ser liberado.
A aventura terminou quando um ataque prematuro do seu exército foi destroçado pela cavalaria comunista deixando depois o Barão nas mãos do inimigo. O seu fuzilamento veio, tão só, coroar a sua vocação para o combate, para o sofrimento e para a violência, que nele tinham já eliminado qualquer traço de humanidade, de sentimento ou de racionalidade assumida.
E foi assim que pereceu o Barão da revolução comunista.












Parte 2 – Os maiores genocídios da História

O termo Genocídio foi criado a partir de 1944, para designar a eliminação da existência física de grupos sociais, nacionais, étnicos, raciais e ou religiosos.
A palavra vem da palavra grega Genos, que significa raça ou tribo, com a palavra latina, cídio, que quer dizer matar.
Enfim, a palavra ficou definida e ganhou força com as atrocidades assistidas contra os judeus, com o único e surreal objetivo de aniquilá-los, sem qualquer motivo durante a Segunda Guerra Mundial.
Em 9 de dezembro, de 1948, com o Holocausto vivo ainda na memória de todos, principalmente dos europeus, e em grande parte pelos esforços incansáveis de Raphael Lemkin (advogado judeu, que perdeu muitos familiares no Holocausto), as Nações Unidas aprovaram a Convenção para a Prevenção e Punição de Crimes de Genocídio. Esta Convenção estabeleceu o "genocídio" como crime de caráter internacional, e as nações signatárias da mesma comprometeram-se a "efetivar ações para evitá-lo”, definindo-o assim:

Por genocídio entendem-se quaisquer dos atos abaixo-relacionados, cometidos com a intenção de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial, ou religioso, tais como:
(a) Assassinato de membros do grupo;
(b) Causar danos à integridade física ou mental de membros do grupo;
(c) Impor deliberadamente ao grupo condições de vida que possam causar sua destruição física total ou parcial;
(d) Impor medidas que impeçam a reprodução física dos membros do grupo;
(e) Transferir à força crianças de um grupo para outro.
Apesar de todo este aparato, alguns genocídios ainda aconteceram na nossa história, e apesar de este ser o mais marcante e ofensivo da história moderna, alguns outros aconteceram até mesmo antes do holocausto. Vamos começar este capítulo, enumerando os principais genocidas de nossa história.








Mao Tse tung

 
Fundador da República Popular da China e um dos mais proeminentes teóricos do comunismo do século 20, Mao Tsé-Tung (ou Mao Zedong) desenvolveu ideias sobre revolução e guerrilha que influenciaram marxistas no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde o PC do B – então na clandestinidade e ligado à China – desenvolveu ações guerrilheiras durante a década de 1970. E acabou desencadeando um dos maiores genocídios políticos da história.
Mão nasceu numa família de camponeses, mas recebeu uma educação esmerada. Desde jovem, porém, revoltou-se com a situação social opressiva de seu país; foi um dos fundadores do Partido Comunista Chinês. Durante os anos 1920, conjuntamente com o Kuomitang – ou Partido Nacionalista Chinês – organizou sindicatos e entidades de classe operárias e camponesas. Em 1927, ocorreu o rompimento entre os dois partidos e teve início o processo revolucionário chinês.
O desastre econômico e social provocado pelo “Grande Salto Para Frente” (o projeto de desenvolvimento experimentado pela China entre os anos de 1958 e 1960) gerou conflitos internos de grandes proporções no PCCH, abrindo caminho para a perda de poder de  Mao Tsé Tung.
Durante os três anos de vigência do “Grande Salto”, estima-se que cerca de 16,5 milhões de chineses (em sua maioria, camponeses) tenham morrido de fome e doenças causadas por desnutrição. Para recuperar a economia, os novos dirigentes do Estado chinês reavivaram alguns princípios característicos do sistema capitalista como, por exemplo, recompensas por esforço no trabalho. Eles também desmontaram as comunidades rurais e readaptaram o gerenciamento técnico na condução da produção econômica.
Começava uma era de contradições: por um lado, cantava-se a Internacional, que prega não existir redentores. Por outro, Mao era aclamado como o salvador da pátria, suas ideias comunistas eram veneradas como graça divina, que substituía tudo o mais: moral, filosofia e política. Na opinião de Zhao Fusan, teólogo chinês, essa ideia fracassou e, com ela, o Partido Comunista, pouco após a morte do líder, em setembro de 1976, quando acabou a Revolução Cultural.
Desde 1949, trinta milhões de chineses perderam a vida em Campanhas Políticas. Chegado o fim da última Campanha Maoísta. Em 1976, a China estava à beira do colapso total. O povo revogava o ideal de Mao, de revolução contínua. Chegava à era das reformas, trazendo crescimento econômico, mas também corrupção em massa e injustiça social.
Em 1953, quando Mao completou 60 anos, ficou estéril. À medida que envelhecia, preferia mulheres cada vez mais jovens. Frequentemente dormia com três, quatro ou cinco jovens e incentivava as amantes a apresentá-lo a outras mulheres. Como resultado dessa intensa promiscuidade, em 1967 contraiu herpes genital.
A intensa atividade sexual de Mão fez-lhe contrair também tricomoníase, doença assintomática no homem, mas desconfortável para a mulher. Muitas de suas concubinas se orgulhavam de ter a doença como prova de intimidade com o líder da revolução, contudo, com certeza, sofriam com a situação. Calculam-se em centenas as infectadas com a tricomoníase, entre as cerca de 3 mil mulheres com as quais ele se relacionou.
Segundo o livro A Vida Privada do Camarada Mao (tradução de Gabriel Zide Neto; Civilização Brasileira; 842 páginas), escrito por Li Zhisui; médico pessoal de Mao de  1954 até sua morte em1976, ele teve várias concubinas. Mao acreditava que fazer sexo prolongava a vida, ainda não escovava os dentes, alegando que o tigre não precisa escová-los. Também não gostava de tomar banho. Devido à sua falta de higiene com os dentes, fizeram-no perdê-los todos na velhice.
E o agravamento de doenças sexuais acabou levando-o à morte. 
Milhões de chineses foram às ruas para prestar a última homenagem ao líder revolucionário. Entretanto, desde o primeiro instante, certo alívio se misturava ao luto imposto por Pequim. Afinal de contas, os chineses do século 20 não tinham “apenas” motivos para sentir gratidão pelo Patriarca da República Popular da China.



General alemão Lothar Von Throta


Desde o início do século XX, a Alemanha se esforçava para exportar seus monstrinhos para exterminação de raças, não pensem que o início da segregação ariana começou com o austríaco naturalizado alemão, Adolph Hitler, mas foi muito antes com a exterminação do povo que habitava a Namíbia ao sudoeste da Alemanha, os Hererós e os Namaquas.
Adrian Dietrich Lothar Von Throtha foi um comandante militar alemão que se destacou por sua conduta na antiga àfrica do Sudoeste alemão  especialmente nos acontecimentos que conduziram à quase exterminação do povo Hereró e povo Namaqua, no chamado Genocídio Hereró e Namaqua (1904).
Vítimas: 65 mil Hererós e 10 mil Namaquas. Foi o primeiro genocídio do século 20, na região onde hoje fica a Namíbia. Os poucos que não foram expulsos para o deserto de Kalahari acabaram nos campos de concentração, identificados por números e obrigados a trabalhar até a morte. Metade dos Namaquas e 80% dos Hererós foram mortos (os judeus perderam cerca de 35% de seu povo durante o massacre Nazista). Um século depois, os alemães pediram desculpas, mas não ofereceram nenhuma compensação.
Os alemães ainda envenenavam os poços pelo deserto. Anos depois, ossadas foram achadas em buracos que as pessoas cavavam com as próprias mãos em busca de água.









Stalin  


Ao contrário de Hitler ou Mussolini, Stalin era um homem extremamente cordial e educado. Mas por trás da aparência fina e sutil, havia um ditador nato com uma natureza brutal.
Durante quase trinta anos, de 1924 a 1953, o ditador Joseph Stalin governou a ex-URSS com métodos brutais, desconhecidos mesmo para os padrões da história russa. No começo dos anos trinta, ele foi entrevistado pelo conhecido autor de biografias, o alemão Emil Ludwig, num momento em que o seu regime ainda não havia demonstrado do que era capaz. Era modesto quase tímido, que se apresentou como um mero discípulo de Lênin. Os acontecimentos posteriores mostraram, porém, que aquele modo de ser comum, quase banal, não impediu Stalin de tornar-se um homem implacável, verdadeiro dono do destino do seu povo.
Responsável pelo genocídio ucraniano.
Vítimas: três milhões de ucranianos.
Decidido a transformar a Ucrânia e sua produção de trigo numa fortaleza do comunismo, Stálin resolveu ‘limpar’ a região do que mais o incomodava: os ucranianos. Eles não podiam falar seu idioma, foram perseguidos pelo serviço secreto e deixados sem comida. Bandidos cobravam preços abusivos no mercado negro, crianças eram abandonadas e até canibalismo aconteceu no que ficou conhecido como Holomodor. Stálin lançou a ‘lei das cinco espigas’. Quem fosse preso pegando comida para si mesmo era acusado de roubar o Estado sob a seguinte pena: dez anos de trabalhos forçados ou até a morte.
A morte de Stálin, ocorrida em 8 de março de 1953, provocou consternação nacional e mundial. Em Moscou, milhares de pessoas, sob uma temperatura calamitosa, marcharam até o velório dele. Embalsamado, colocaram-no ao lado do corpo de Lênin. O novo grupo dirigente que assumiu (Malenkov, Molotov, Bulganin e Krushev) tratou logo de dar um fim em Laurenti Béria, o policial-chefe que posava como o lugar-tenente de Stalin, ordenando a prisão e o pronto fuzilamento dele, o que ocorreu em setembro de 1953. Uma época de assombro e sordidez acompanhou-os, a Stalin e a Béria, à tumba.
Três anos depois, em fevereiro de 1956, Nikita Krushev lançaria sua famosa denúncia contra Stálin no XX Congresso do PCUS. A nova sociedade soviética, dos engenheiros, dos técnicos, dos intelectuais, dos trabalhadores qualificados, do satélite e da bomba atômica, não podia mais conviver com as práticas estigmatizadas que Stalin deixara como herança. Enfim, ao lado de Mao-Tse-tung, Stalin foi considerado um dos maiores genocidas de todos os tempos.






MENGUELE (O Carrasco Nazista ou o primeiro Dr. Morte).


A sede por experiências na área médica, com cobaias vivas, foi a motivação de que Menguele precisava para se associar ao nazismo.
Antes mesmo de a Segunda Guerra Mundial explodir com todas as atrocidades aos judeus ricos, uma classe já sofria na mão dos nazistas, a dos judeus pobres, e a dos sem-teto, chamados ciganos.
Menguele foi o médico alemão que mais atuou também durante o regime nazista. O apelido de Mengele era Beppo, mas ele era conhecido como Todesengel, "O Anjo da Morte”, no Campo de concentração.
Mengele foi oficial médico chefe da principal enfermaria do campo de Birkenau, que era parte do complexo Auschwitz-Birkenau. No entanto, não foi o oficial médico em chefe de Auschwitz; acima na hierarquia se encontravam os médicos Eduard Wirths e Hilario Hubrichzeinen. No fim da Segunda Guerra Josef Mengele fugiu da Alemanha passando por alguns países, até encontrar acolhida na Argentina, onde permaneceu algum tempo.
As experiências com seres humanos em Auschwitz, ele injetou tinta azul em olhos de crianças, uniu as veias de gêmeos, deixou pessoas em tanques de água gelada para testar suas resistências, amputou membros de prisioneiros e coletou milhares de órgãos em seu laboratório.
Em cooperação com outros médicos, Mengele tentou também encontrar um método de esterilização em massa; muitas das vítimas foram mulheres em quem injetava diversas substâncias, sucumbindo muitas delas ou ficando estéreis noutros casos. Mengele fez experiências com ciganos e judeus que tinham doenças hereditárias como nanismo, síndrome de Down, irmãos siameses e outras afecções e dissecou vivas algumas pessoas mestiças, submergindo depois os seus cadáveres numa tina com um líquido que consumia as carnes, deixando livres os ossos. Os esqueletos eram enviados para Berlim, como macabro mostruário da degeneração física dos Judeus ou outros. A divulgação das atrocidades de Mengele levou à criação de um mito popular em volta da sua figura semilendária.
Várias representações ficcionais de Mengele surgiram desde a Segunda Guerra Mundial.  Uma famosa versão literária ficcional de Mengele foi criada por Ira Levin, em seu livro Os meninos do Brasil (The Boys from Brazil), em que o médico consegue clonar Adolf Hitler. Em 1978, foi lançado o filme baseado no livro com Gregory Peck, como Mengele.
Mengele foi base para uma série de médicos nazistas imaginários. Entre eles o Dr. Khristian Szell (Laurence Olivier), do filme Maratona da morte (Marathon Man, 1974), também um livro de William Goldman. Há vários personagens baseados em Mengele nos quadrinhos e obras populares infantojuvenis, e é a provável inspiração para o Doctor Schabbs, personagem do jogo de computador Wolfenstein 3D, um cientista louco que criava zumbis. Além disso, foi tema da música "Angel of Death" da banda de Thrash Metal Slayer, lançada no Cd Reign in Blood em 1986 e também da banda brasileira Dorsal Atlântica com a faixa "Joseph Mengele”.
 Responsável pelo Porajmos, a caçada aos ciganos – 1945, Vítimas: 500 mil romanis (ciganos). Quando os nazistas chegavam aos acampamentos ciganos, matavam sem dó. Muitas vezes, eles nem faziam a seleção na chegada aos campos de concentração – acabavam com todos. Até hoje, os 500 mil ciganos mortos (a mesma proporção, um grupo tão grande quanto o de judeus assassinados na Segunda Guerra) são pouco lembrados. Um dos casos mais macabros do médico nazista Josef Mengele é o dos gêmeos ciganos Guido e Inah, costurados um ao outro, pelas costas, como siameses. A mãe matou os dois com morfina para terminar com o sofrimento.




POL POT (O assassino dos professores)



 
No governo do Khmer Vermelho, liderado principalmente por Pol Pot as cidades foram evacuadas, e os cambojanos, levados ao campo para o trabalho no cultivo de arroz.  O partido é acusado de desrespeitar os direitos humanos nesse período, promovendo o massacre de opositores, intelectuais e pessoas suspeitas de se relacionar com o governo anterior.
Pol Pot foi acusado de exterminar os professores do Camboja, por querer que os regimes políticos anteriores não fossem difundidos na educação dos cambojanos.
Político cambojano (19/5/1928-15/4/1998) Saloth SAR, também conhecido como Pol Pot, nasce na província de Kompong Thom e estuda carpintaria na escola técnica da capital Phnom Penh. Ali, ingressa no movimento de resistência ao domínio francês, liderada pelo vietnamita Ho Chi Minh – os franceses controlavam todo o Sudeste Asiático, que chamavam de Indochina.
Em 1975, o Khmer toma o poder por meio de um golpe e, no ano seguinte, seu líder Pol Pot se torna primeiro-ministro. No governo, obriga populações inteiras a abandonar as cidades e trabalhar no campo. Entre 2 e 4 milhões de pessoas (cerca de 20% da população) morrem em conseqüência de trabalhos forçados, execuções, doenças ou tortura. É deposto em 1979, quando tropas vietnamitas invadem o Camboja, dando início a uma ocupação de onze anos, e os líderes do Khmer Vermelho se refugiam nas montanhas da fronteira com a Tailândia.
Pol Pot abandona o comando do movimento em 1985, mas continua a exercer influência. Morre de causas naturais, durante a prisão domiciliar a que fora condenado pelo próprio Khmer Vermelho.
Responsável pelo derramamento de sangue no Camboja - 1975-1979.
Vítimas: 1,7 milhão de pessoas. Líder dos comunistas que tomaram o poder no Camboja, resolveu ‘limpar’ o país não de uma etnia específica (embora minorias chinesas e vietnamitas tenham sido dizimadas depois), mas de todos os que pensassem de uma maneira anticomunista. Os intelectuais, monges e qualquer pessoa com uma profissão foram considerados ‘maçãs podres’. Quem não foi fuzilado na hora foi para campos de reeducação, onde trabalhavam até a morte. É o mais famoso autogenocídio da História. O desprezo pela vida marcava o lema do Khmer Vermelho: “Manter você vivo não nos traz nenhum benefício. Destruir você não será nenhuma perda para nós”.




Adolph Hitler (Führer)



Falar de genocídios vem logo em nossa mente Hitler e o massacre ao povo judeu.
Mas o general perverso, friamente retratado em todos os livros sobre antinazismo ou sobre assassinatos em massa, além de perverso, tinha dons respeitáveis que o fizeram se tornar o líder militar e político mais respeitado na Alemanha e porque não dizer no mundo e isso sem ser alemão.
Seu poder estava primeiramente na oratória, com uma capacidade enorme de ser ouvido pelo povo e principalmente por seus superiores. Hitler, um ex-músico frustrado por sua falta de talento, descobriu em seus discursos que o método de promover uma verdadeira lavagem cerebral em seus seguidores seria o mais viável para alcançar sua escala de poder, como acontece com muitas entidades religiosas hoje em dia, que sobrepujam a dignidade humana em troca de favores financeiros. Hitler, um racista e antissemita nato, infligia nas pessoas respeito e maioridade intelectual, fazendo com que suas teorias sobre existir uma raça pura fossem ouvidas e impostas.
Foi responsável por 6 milhões de mortes, exterminando 35% dos judeus, além de colocar em sua conta a morte de ciganos, antinazistas, muçulmanos e membros de outros segmentos religiosos. Escapou de nada menos que 42 atentados contra sua vida, fazendo-o acreditar que havia uma providência divina a favor de sua vida.
Enquanto isso, bem pertinho na Europa, a igreja católica fingia não saber o que estava acontecendo com o povo Judeu.
Homem de poucas amantes, se casou na véspera de sua morte, para fazer a vontade da noiva que prometera se suicidar com ele. Após a cerimônia, de presente, a lua de mel, seria em outra dimensão espiritual.
Poucos dias depois de ter tomado a decisão definitiva, resolveu formalizar sua união com Eva Braun, encomendando um casamento de emergência dentro do abrigo. O casal decidira por fim à vida juntos. Hitler tinha-se mantido solteiro, até então, em nome da mística que sua solitária figura messiânica exercia sobre o povo alemão. O salvador não poderia ser um homem comum, com esposa e filhos, nem ser envolvido pela contabilidade doméstica e com a rotina matrimonial burguesa.
Depois do almoço, no dia 30 de abril, trancou-se com Eva Braun nos seus aposentos. Ouviu-se apenas um tiro. Quando lá penetraram encontraram-no com a cabeça estraçalhada à bala e com a pistola caída no colo. Em frente a ele, em languidez de morta, estava Eva Braun, sem nenhum ferimento visível. Ela ingerira cianureto, um poderosíssimo veneno. Eram 15h30min horas! Rapidamente os dois corpos, envolvidos num encerado, foram removidos para o pátio e, com o auxílio de 180 litros de gasolina que os embeberam, formaram, incendiados, uma vigorosa pira. Ao redor deles, uma silenciosa saudação fascista prestou-lhes a homenagem derradeira.
 Responsável pelo Holocausto judeu.

1939–1945

Vítmas: acima de 600 mil.

Apesar do assustador número de seis milhões de Judeus, há controvérsia sobre esta estimativa, pois na Alemanha viviam em média 600 mil judeus, um número extremamente alto, para um país pequeno, mas, mesmo assim, alguns pesquisadores dizem que quem conta a história aumenta um ponto, e neste caso, aumentaram um zero, e acredita-se que a estimativa correta seria de 600, 000.
O primeiro a começar a estimativa de morte do holocausto, Simon Wiesenthal, admitiu depois que, ao tomar conhecimento das atrocidades, queria chocar o mundo com os números.
Infelizmente mortos não falam e políticos usam esse silêncio. Simon Wiesenthal espalhou que havia onze milhões de mortos no Holocausto. Simon Wiesenthal contou a Yehuda Bauer onde foi buscar o número de 11 milhões de mortos do Holocausto. Wiesenthal contou-lhe que o tinha inventado. Wiesenthal inventou-o, escreveu Bauer em 1989, "para fazer com que os não-judeus se sentissem como se fizessem parte de nós". O que Simon Wiesenthal sentia em 1948 era que o mundo não-judeu não se interessaria pela tragédia judia a menos que percebessem que tinham também sido mortos não-judeus. Desta forma chamou a atenção para eles. Na necessidade de precisar um número, Wiesenthal inventou para cima de 5 milhões.
Foi esse o número caprichoso que apareceu na ordem executiva (decreto) do Presidente Carter e que teve como resultado a primeira definição oficial do Holocausto, reunindo os que foram mortos como parte de um único genocídio industrial por motivos raciais e os que foram mortos em resultado da brutalidade nazista.
Foi a forma peculiar, até mesmo bizarra como este número oficial e infundado, e, pior ainda, esta combinação oficial de tragédias históricas, cujo efeito foi privar-nos de um acontecimento único com qual o mundo inteiro tem muito que aprender. Alguns dizem que o número final se baseia em que a guerra foi mundial e que judeus foram massacrados pelo mundo e não só na Alemanha, mas não há comparabilidade entre o terror vivido pelos mesmos na Alemanha, ter sido repetido em outros países. Além da quantidade, o mais assustador foi a forma quase industrial como os judeus foram massacrados.
No auge dos campos de concentração, as roupas, dentes, cabelos e até os cadáveres eram reaproveitados pelos nazistas. Homens mais fortes trabalhavam até a morte, os ‘improdutivos’ iam direto para as câmaras de gás e outros eram simplesmente executados em operações de ‘limpeza’.
O massacre também se deu de outras formas. Cerca de 800 mil judeus morreram de febre tifóide, desnutrição e outras doenças ao ficarem confinados nos chamados Guetos.



JIM JHONES
 

James Warren, conhecido como "Jim" Jhones, um americano nascido em 1931, na cidade de Crete, Indiana, foi o fundador do grupo Templo do Povo, depois de fazer um curso de pastor por correspondência. É o maior genocida religioso de todos os tempos. Em minha opinião o mais assustador. Fanático, alcoólatra, viciado em drogas, conseguia seduzir fiéis com seu poder de oratória. Desde criança era apaixonado por artes e religião. Chegou a viver no Brasil, em Belo Horizonte, Minas Gerais, e era um vizinho fechado e misterioso, até voltar para os Estados Unidos.
A grande maioria dos seus seguidores era de origem negra e humilde. Na igreja ele oferecia tratamento antidrogas gratuito, o que atraía a população mais carente e seus familiares.
Bom de conversa e carismático, rapidamente se envolveu com políticos, e chegou a se tornar secretário de habitação, mas na igreja era dominador, e se gabava de fazer sexo com homens e mulheres até mesmo no púlpito.
Após ver um anúncio em uma revista americana, que desmascarava as coisas que aconteciam na seita, em uma noite, Jim decidiu tirar todos os membros dos EUA, e levá-los para a floresta da Guiana.
Todo horror começou quando o deputado Ryan, um congressista americano, foi até a Guiana, para visitar Jonestow, após receber a denúncia de que americanos viviam ali em cárcere, como em um campo de concentração, obrigados por Jim.
A cidade havia sido criada por Jim, como a terra prometida, que havia sido escolhida por Deus, o paraíso na terra, onde todos eram iguais. A primeira impressão da comitiva foi boa, pessoas felizes, brancos e negros vivendo em harmonia, crianças brincando felizes, e creches bem administradas.
Algumas horas depois, a comitiva começou a desconfiar que houvesse algo errado naquele lugar, receberam vários bilhetes de um dos membros, confirmando as denúncias.
Jim Jhones tentou contornar a situação, alegando que o homem era um mentiroso, e convidou o deputado e outros membros da comitiva a se retirarem de sua cidade, pois estavam atrapalhando a paz em Jonestow.
Quando se aproximaram do aeroporto, um dos membros da seita tentou esfaquear o deputado.
Logo em seguida, o deputado, 3 jornalistas e uma adepta da seita que estava deixando a seita, sofreram um atentado, e foram baleados.
Na verdade a primeira ordem era que o piloto fosse assassinado e o membro da seita que seria o autor se suicidasse, caindo com o avião na selva, mas desconfiado de incompetência ou deslealdade, alguns membros decidiram atacar.
Logo em seguida, talvez, antes mesmo de saber do insucesso da emboscada, Jim reuniu todos e mandou que bebessem um suco envenenado rapidamente, para que não desse tempo da Guarda Nacional da Guiana chegasse, alegando que sofreriam maus-tratos, como tortura e castração e todos seriam mortos.
O suicídio coletivo se deu em 18 de novembro de 1978.                        
Foram encontrados mais de 900 corpos. Homens, mulheres e crianças. Julgando-se encurralado, Jim viu no suicídio coletivo a sua saída, todas as 330 crianças tomaram a dose de veneno, muitas vezes dadas pelos pais.
Jim Jones foi um dos últimos vivos e no alto-falante dizia: – Não cometemos um simples suicídio, cometemos um suicídio revolucionário contra um mundo desumano.
Jim não tomou o veneno, morreu com um tiro na cabeça, dado por alguém que não foi identificado.
Responsável pelo suicídio na Guiana
Vítimas: Mais de 900 mortos.
Organizou um envenenamento coletivo baseado em uma nova vida pós-morte e impondo a política do medo. Ele mesmo não se matou.



 Essa é só uma prévoa, são mais de 400 páginas !









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